Recursos para saneamento básico e saúde

Entre os vários assuntos discutidos na reunião de prefeitos da Amures, nesta última sexta-feira (6), a deputada federal Carmen Zanotto destacou as emendas que foram destinadas para o Consórcio Intermunicipal da Serra Catarinense (Cisama) em 2016 e neste ano.

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Os valores ultrapassam R$ 1,7 milhão e serão aplicados na destinação dos resíduos sólidos dos municípios da região.

Na área da saúde, por meio do Consórcio Intermunicipal da Saúde, foram destinados recursos para a compra de equipamentos, mobiliário e exames.

carmen-amures1O meio ambiente teve contemplações com recursos para a Construção de Unidades de recicláveis para resíduos sólidos; aquisição de equipamentos e mobiliário para central de gerenciamento de resíduos sólidos; a construção de Unidades de recicláveis e equipamentos. Valor R$ 1 milhão, e até mesmo para o campo cultural com a realização de Seminário Rota Cênica da Serra Catarinense.

O Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV/Udesc) também foi contemplado com emenda para Estudo do Manejo das Florestas de Araucária.

Uma demonstração do trabalho que a deputada federal vem realizando em prol da região.

Fotos: Zé Rabelo

Cascalheiras começam a ser regularizadas

Com a reivindicação da isenção das taxas das cascalheiras vencida, num trabalho que mobilizou forças da Serra Catarinense por mais de um ano, agora deve começar a efetiva retirada dos cascalhos e recuperar as estradas.

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O prefeito de São Joaquim e presidente do Consórcio Serra Catarinense – Cisama, Humberto Brighenti comemorou. Segundo ele, a regularização de cascalheiras se tornou uma questão de utilidade e responsabilidade pública.

A região possui o maior território do Estado com mais de 16 mil quilômetros quadrados e uma malha viária rural de mais de oito mil quilômetros.

A liberação das cascalheiras deve melhorar a condição das estradas. Pelos prazos firmados com o Ministério Público, até maio de 2017 cada município terá o direito de ter uma cascalheira regularizada.

E até maio de 2018, mais uma ou tantas quantas cascalheiras consiga regularizar.

Mas, conforme um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) a partir de 2019 os municípios não poderão mais explorar qualquer cascalheira que não esteja regularizada.

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Assim, todas as cascalheiras informadas ao Ministério Público e à Polícia Militar Ambiental poderão ser utilizadas pelas prefeituras.

Ao todo, no levantamento de campo, a equipe do Cisama apurou e apresentou à Fatma e a Polícia Ambiental 127 cascalheiras relacionadas para uso nos 18 municípios da Amures.

(Informações e fotos: Oneres Lopes)

Abrigo Institucional para Crianças e Adolescentes em São Joaquim

Não é somente o frio que é notícia em São Joaquim. Nesta quinta-feira (9), o prefeito de São Joaquim e presidente do Consórcio Serra Catarinense – Cisama, Humberto Brighenti, assinou o contrato de locação da casa que servirá de Abrigo Institucional para Crianças e Adolescentes.

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A unidade atenderá a 27 crianças de zero a 18 anos, com toda assistência de saúde, educação, jurídica e humana.

Até meados de julho, o novo Abrigo Institucional estará com as crianças no endereço contratado pela prefeitura, no Centro da cidade.

Atualmente, as crianças estão acolhidas num dependência anexa ao Hospital Bento Cavalheiro considerada inadequada para aquela finalidade.

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Depois da assinatura do contrato no gabinete do prefeito, eles foram visitar a casa que passará por reformas e que será transformada no abrigo institucional. Esta ação só está sendo possível graças ao apoio do Ministério Público do Poder Judiciário de São Joaquim.

Informações e fotos: Oneris Lopes

Municípios compõem a Câmara Temática

Instituições que trabalham com questões ambientais nos municípios da região da Amures, para compor uma Câmara Temática Permanente de Meio Ambiente e Saneamento Básico se reuniram na Amures na tarde desta quarta-feira (27).

A discussão foi sobre o planejamento e a orientação da política de atuação do Cisama no referido tema.

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Cinco projetos selecionados para um possível apoio com recursos de infrações ambientais aplicadas pela Polícia Militar Ambiental.

Dentre os projetos, está “Nascentes do Futuro”, que encontra-se na terceira edição e contemplará os 18 municípios da Amures, focado na recuperação e proteção de nascentes de água degrada.

Informações e foto: Oneris Lopes

Amures irá ganhar terreno para nova sede

A Associação dos Municípios da Região Serrana (Amures) está próxima de concretizar o objetivo de construir uma nova sede.

A Prefeitura de Lages já está com o projeto quase pronto para encaminhar à Câmara de Vereadores, para que se aprove a doação de uma área de aproximadamente 10 mil m², localizada no loteamento Morada do Sol, perto do Lages Garden Shopping.

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Nesta segunda-feira (7), o prefeito Elizeu Mattos conheceu o projeto executivo de construção e ocupação do terreno, incluindo a sede do Consórcio Intermunicipal de Saneamento Básico, Meio Ambiente, Atenção à Sanidade dos Produtos de Origem Agropecuária e Segurança Alimentar (Cisama).

Ademar de Bona Sartor, presidente da Amures
Ademar de Bona Sartor, presidente da Amures

Embora 2016 seja ano eleitoral, os procedimentos estão dentro dos prazos. E, já há um decreto de permissão de

uso da área territorial por parte da Amures.

A prefeitura está apenas finalizando o memorial descritivo do terreno através da Secretaria de Planejamento. A planta de construção também está encaminhada.

Para a execução da obra, a Amures irá busca emendas parlamentares de outros deputados e recursos junto ao governo do Estado.

Só não foi dito nada sobre o destino da atual sede da Amures, se ela será entregue ao município ou não, em forma de permuta pela área a ser doada para a nova sede.

(Foto: Marcio Avila)

Proposta de melhorar a coleta do lixo reciclável

Lages ainda não tem um completo e eficaz serviço de coleta seletiva de lixo reciclável. No entanto, percebo que a questão passa pela preocupação da Prefeitura.

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Há promessa de que um importante projeto deverá ser executado a partir de janeiro, visando contribuir para gerar renda e trabalho, além de aumentar a vida útil do aterro sanitário.

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O assunto foi discutido no gabinete do prefeito Elizeu Mattos, na manhã da última sexta-feira (20), com a participação do secretário do Meio Ambiente e Serviços Públicos, Mushue Hampel, do diretor ambiental Hamilton Matos, dos integrantes da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares, da Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac), Geraldo L”ocks e Caroline Meerholz, além do membro do Consórcio Intermunicipal Serra Catarinense (Cisama), Selenio Sartori.

Só não foi dito o modelo do projeto a ser implantado.

(Fotos: Cao Ghiorzi)

Amures obtém doação de terreno em área nobre

Comitiva da Amures foi recebida pelo prefeito Elizeu Mattos, na tarde desta sexta-feira (23), na Prefeitura.

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Na pauta, a doação de terreno para a construção do novo prédio da sede da Amures, Cisama e Consórcio de Saúde.

A solicitação condiz ao repasse de área de terras de 13.501.162 metros quadrados, entre o Lages Garden Shopping e o Aeroporto Federal Antônio Correia Pinto de Macedo, incluída a testada para a Rua Irmão Joaquim, localizada na quadra H do loteamento aprovada por decreto de maio de 2014, uma área institucional.

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No mesmo loteamento já há previsão de uma construção educacional. Em torno de R$ 3,5 milhões deverão ser investidos nas obras da nova sede, que deverá contar com tamanho entre três e quatro mil metros quadrados.

(Fotos: Marcio Avila)

Projeto das Cascalheiras empacado na Alesc

Os prefeitos de pequenos municípios serranos não conseguem entender a razão para o Projeto de Lei 077.0/2015, que isenta as prefeituras do pagamento de licenças ambientais de cascalheiras e cemitérios.

Há oito meses os gestores municipais aguardam pela aprovação do projeto.

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O que se percebe é que o projeto tramita na Assembleia Legislativa, num emaranhado de burocracia que parece sem fim. Só na semana passada encerrou o curso da primeira das três comissões que deverá tramitar.

Conforme determina o regimento interno da Assembleia Legislativa, o projeto de Lei das isenções de taxas tem de tramitar na Comissão de Constituição e Justiça, depois na Comissão de Finanças e Tributação e por último, na Comissão de Turismo e Meio Ambiente.

Até agora, só teve tramitação terminativa na primeira comissão.

Seguindo esse rito de oito meses por comissão, o projeto das isenções de taxas de licenciamento ambiental só será aprovado em final de 2016.

Segundo os prefeitos, até lá, os municípios amargarão mais uma vez prejuízos enormes e a população deixará de ser atendida no seu princípio mais básico, o de se locomover em boas estradas de interior.

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Enquanto o projeto não se desenrola, a Amures e o Cisama mantém ações em cinco frentes para agilizar os processos de exploração de cascalheiras. Uma para cadastrar os municípios no Departamento Nacional de Produção Mineral – DNPM. Nesta todos já estão aptos.

Outra ação é a vistoria de cascalheiras por municípios e foram mapeadas entre uma e quatro por município.

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Outra ação foi o levantamento da situação das cascalheiras junto ao DNPM e todas estão em condições de exploração.

A quarta ação foi a elaboração do plano de lavra e neste caso os municípios de Otacílio Costa, Palmeira, Bocaina do Sul e Ponte Alta já possuem seus respectivos planos.

E por e por fim, a elaboração do Estudo Ambiental Simplificado – EAS, cuja ação Otacílio Costa já está licenciada, Bocaina do Sul aguarda manifestação da Fundação do Meio Ambiente (Fatma) e Ponte Alta teve seu processo protocolado no DNPM.

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Tratamento diferenciado do Estado

A maior região de Santa Catarina com mais de 8.800 quilômetros só de estradas de interior, está sendo duramente castigada pela burocracia do Estado na liberação de cascalheiras e a perversa condição climática que provocou precipitações históricas nos últimos dias.

Somada à crise financeira, as prefeituras estão literalmente de mão atadas para fazer a recuperação da malha viária.

cerro negroInterior de Cerro Negro

E para piorar, com tanta chuva, os municípios estão ainda mais castigados e dependendo das cascalheiras.

O que querem os prefeitos é ajuda do governo do Estado para enfrentar os problemas causados pelas chuvas.

A Serra Catarinense precisa de um olhar diferenciado do Estado. Nenhuma outra região possui mais de 33 mil propriedades rurais espalhadas por 18 municípios, cobra o presidente do Cisama.

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Grandeza

Para se ter ideia do tamanho da região da Amures, foram mapeadas pela equipe de georreferenciamento da Amures 485 comunidades de interior.

São mais de 50 mil pessoas residindo no interior e que dependem diretamente do poder público, das boas condições das estradas, seja para escoar a produção agropecuária ou transporte escolar.

(Informações e fotos: Oneres Lopes – Amures)