Os policiais de Curitibanos se reuniram no último sábado (14), para discutir propostas para tentar conter a onda de violência contra policiais e a própria população.
O problema atinge os policiais no exercício de suas atividades e até mesmo quando não estão em serviço.

O que se quer é uma urgente tomada de atitude em relação ao problema, que passou acontecer também por aqui, não mais somente em grandes centros.
Outro grave problema é a falta de contingente para trabalhar. Nos últimos seis meses, 19 policiais militares saíram da Guarnição de Curitibanos, que conta hoje com apenas 69 PMs.
Um documento elaborado em conjunto – Aprasc, Ministério Público e Polícia Civil, será enviado ao governo do Estado solicitando o envio de mais policiais para a cidade e região.
A realização de um diagnóstico para levantar os índices de ocorrências e identificar onde estão acontecendo servirá para embasar o documento.
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Força tarefa
Outra ação mais pontual apontada na reunião para tentar conter o aumento da criminalidade em Curitibanos seria a realização de uma força-tarefa, reunindo policiais militares e civis do município e região, em pelo menos dois bairros do município considerados os mais críticos.
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Relatos
Nos relatos apresentados, ficou comprovado que tanto a falta de efetivo, como a violência contra policiais, militares e civis, são um problema recorrente nas demais regiões e em todo o Estado.










