Tenho sido, às vezes, crítico com relação à falta de maior envolvimento do município diante da exuberância da Coxilha Rica e o potencial dela para o turismo.

Mas agora entrego a mão à palmatória. A boa nova, e aí louvo o trabalho da Secretaria de Turismo, pelo trabalho de uma expedição, que durante dois dias, liderou uma expedição percorrendo 232 quilômetros na Coxilha Rica.

O objetivo foi mapear e georreferenciar, através de um aparelho de Sistema de Posicionamento Global (GPS), pontos turísticos como fazendas centenárias e edificações históricas, a fim de organizar e catalogar 40 locais.

Nesse primeiro momento foi possível registrar 30 pontos. Por isso, serão necessárias novas visitas.
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Equipe de profissionais
As atividades foram desenvolvidas por uma equipe multiprofissional formada por dez pessoas, especialistas em turismo, historiadores, engenheiro florestal e arquitetos, com saídas a campo às 7h e chegadas ao ponto de pernoite por volta das 20h.

Num segundo momento serão trabalhados cada quesito separadamente. Serão levantadas as partes arqueológica e arquitetônica, corredores de taipas, sinalização turística e a questão ambiental. Em maio serão apresentadas as cinco áreas de estudos com ações efetivas.
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Proprietários
Depois de tudo pronto, os proprietários das fazendas poderão decidir se devem ou não potencializar o turismo na Coxilha Rica em pontos de interesse e de referência.

E, finalmente, o denso material será expandido para que a sociedade conheça os resultados a serem divulgados em diferentes ferramentas, como mapas, folders, catálogos, guias e sites de turismo.
(Fotos: Ary Barbosa)















A Assembleia Legislativa aprovou indicação do deputado Gabriel Ribeiro (PSD) na qual pede aos ministérios da Defesa e dos Transportes a recuperação da estrada geral do Morro da Igreja, em Urubici.
