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Após a denúncia de que o jogador do Hercílio Luz, Alisson Machado Moreira, entrou em campo de forma irregular durante uma partida do Catarinense, passou a se ter o indicativo de que viria imbróglio pela frente, e com sérios prejuízos à continuidade da competição. O julgamento da 4ª Comissão Disciplinar do Tribunal da Justiça Desportiva do Futebol de Santa Catarina, na noite de terça-feira (4) corroborou para dar novos rumos ao certame.

Registro da segunda partida entre Chapecoense e Hercílio Luz pela semifinal / Foto: Ascom ACF
A condenação do Hercílio Luz à perda de três pontos, mais multa de R$ 15 mil, seguiu os trâmites legais. Porém, nada resolveu. Pelo contrário. A questão ficou ainda mais embaraçada. Menos para o Figueirense que ressuscitou ao ganhar a oitava posição e se vê agora com chance de até ser Campeão. Enquanto o Hercílio Luz vai em busca de outras instâncias para se safar da culpa e da punição.
A Chapecoense, que não tem nada com isso, como terceira interessada, é a mais prejudicada no processo. Pois, já disputou a semifinal, com o próprio Hercílio, e, em campo se garantiu na semifinal. A partir do julgamento de terça, e como se tudo tivesse resolvido, a Federação Catarinense de Futebol (FCF) marcou o confronto de quartas de final entre Chapecoense e Figueirense, prevendo o primeiro jogo em Florianópolis e o segundo, em Chapecó.
Piada. Quem vai cobrir o prejuízo à Chape, não apenas financeiro, mas em caso de jogar de novo e, eventualmente não classificar? O Campeonato Catarinense perdeu a graça, e avança para o tapetão. Está à beira do ridículo.



