Prefeito encaminha nova proposta a servidores municipais

A categoria dos servidores municipais de Lages representados pelo SindServ, Simproel e SindFisco, rejeitou esta semana a revisão da parcela única e a correção do vale de alimentação.

Diante disso, o prefeito Antonio Ceron fez nova oferta, uma contraproposta que já está oficializada e enviada aos três sindicatos.

Conforme o prefeito, a proposta é o pagamento dos 10,15% sobre o vencimento de abril de 2022 em parcela única no mês de junho de 2022. Já o Vale Alimentação, o reajuste será na ordem de 20%, também a partir de junho de 2022.

Resta saber se desta vez, haverá acordo.

Foto: Instagram

Reajuste no preço do gás natural postergado para abril de 2022

O juiz Rudson Marcos, do Plantão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, atendeu ao pedido feito pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE/SC) na Ação Civil Pública ajuizada nesta quarta-feira e determinou que o preço do gás natural comercializado no Estado permaneça inalterado até o mês de abril de 2022. O despacho foi publicado no final da manhã desta quinta-feira (30).

Na decisão, o magistrado afirma que o impacto causado com eventual vigência dos novos preços estipulados pela Petrobras “é imensurável e irreversível, impactando negativamente no desenvolvimento econômico do Estado”. Ele destacou ainda que pedidos semelhantes foram deferidos pela Justiça de outros Estados.

Com a liminar concedida, as condições e o preço do gás natural industrial, comercial, residencial e veicular não poderão ser reajustados até o mês de abril de 2022, sob pena de multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento.

Foto: Arquivo/SCGás

Reajuste dos professores nas mãos da Prefeitura

A primeira informação que nos chegou na noite desta última segunda-feira (16), foi a de que os professores, em Assembleia Extraordinária sobre a reposição salarial havia decidido aceitar os 6% oferecidos pela Prefeitura. A reunião ocorreu na EMEB Santa Helena.

A respeito da questão a categoria compreendeu que o momento demanda cautela devido a ameaça do novo Coronavírus, e decidiu suspender temporariamente as manifestações para evitar concentração de pessoas.

Reajuste não votado

A pauta do reajuste não foi colocada em votação, e os profissionais deixaram a decisão do índice para o poder executivo, que inclusive já encaminhou o projeto para a Câmara de Vereadores.

Foto: divulgação

ARESC reajusta tarifa do gás natural

A Agência Reguladora de Serviços Públicos de Santa Catarina (ARESC) anunciou na quinta-feira (21) no Diário Oficial a autorização para aplicação de reajustes nas tarifas para os consumidores de gás natural em Santa Catarina, por meio da resolução nº 106/18.

A decisão determina os reajustes estimados em valores médios para cada segmento a partir de primeiro de julho conforme a seguir:

– Industrial: +26%

– Comercial: +15%

– Residencial: +11%

– Veicular: +27%

A tarifa de gás natural é atualizada no mínimo semestralmente pelo regulador por meio da conta gráfica, ferramenta criada no último mês de 2016. O mecanismo acompanha as movimentações do dólar e do custo do gás – valor pago pela SCGÁS ao seu supridor -, que varia de acordo com o preço de uma cesta de óleos internacionais, entre os quais o principal é o petróleo.

(Foto: ilustrativa)

Reajuste salarial

A proposta de aumento foi encaminhada à Câmara de Vereadores, para ser votado, em sessão desta última terça-feira (12), e agora deverá ser sancionado pelo prefeito e se tornar lei.

O percentual de revisão geral será aplicado tendo como referência o índice do INPC/IBGE de janeiro a dezembro de 2017 e será concedido a partir de janeiro de 2018 sobre o vencimento do mês de dezembro de 2017.

“Um aumento de salário motiva, valoriza e estimula o desenvolvimento de um trabalho ainda melhor”, disse o prefeito.

Já o percentual do reajuste salarial será concedido até o limite de 4%, a partir de fevereiro de 2018, sobre o vencimento do mês de janeiro de 2018. Os efetivos e temporários também receberão um incremento de R$ 50 no vale-alimentação em todas as faixas.

Aos profissionais do magistério será concedido o percentual de reajuste salarial até o limite de 6,82% visando atingir o percentual concedido ao piso Nacional do Magistério, divido em quatro parcelas (nos meses de fevereiro a maio de 2018).

Porém, os professores não receberão o incremento de R$ 50 no vale-alimentação, pois já tiveram o benefício incorporado aos salários em 2015 e receberam um novo vale de R$ 120 em 2017, além do fato de o reajuste ser 50% maior que nas demais categorias de servidores.

Todas as decisões foram tomadas em conjunto com os três sindicatos representantes dos servidores municipais.

Foto: Greik Pacheco

Professores aprovam proposta da Prefeitura

Em assembleia na noite desta quarta-feira (12), os professores da rede municipal  (Simproel) aprovaram a proposta de reposição salarial apresentada pela Prefeitura de Lages.

O prefeito Antonio Ceron ofereceu o reajuste de 7,64% previsto pela lei, e o retorno do pagamento do vale alimentação.

Além do reajuste, foi anunciado também o retorno do vale refeição de R$ 120,00. No final, os professores, em pé, aplaudiram a valorização.

Já na noite de terça-feira (11), os servidores municipais rejeitaram a proposta apresentada pela Prefeitura.

Reajuste do mínimo catarinense

salário regionalO projeto de lei complementar que reajusta o salário mínimo catarinense deverá ser votado ainda esta semana na Alesc.

O PLC 2/2016, que reajusta em 11% os valores das quatro faixas salariais do piso estadual, as quais vão variar de R$ 1.009 a R$ 1.158, deu entrada no Legislativo no dia 6 de abril.

A proposta é fruto do acordo entre o setor patronal e as federações dos trabalhadores. Os reajustes serão retroativos a 1º de janeiro de 2016.

Quatro faixas salariais

Pelo projeto, a primeira faixa salarial do piso mínimo catarinense passa de R$ 908 para R$ 1.009; a segunda faixa, de R$ 943 para 1.048; a terceira faixa subiu de R$ 994 para R$ 1.104; e a quarta faixa salarial passou dos atuais R$ 1.042 para R$ 1.158.

Com a valorização, o piso salarial catarinense ficará 16,5% superior ao salário mínimo brasileiro, reajustado para R$ 866,00 em janeiro deste ano.

Faixa 1 – R$ 1.009

Trabalhadores: na agricultura e na pecuária; nas indústrias extrativas e beneficiamento; em empresas de pesca e aquicultura; empregados domésticos; em turismo e hospitalidade;  nas indústrias da construção civil; nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos; em estabelecimentos hípicos; e empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.

Faixa 2 – R$ 1.048

Trabalhadores: nas indústrias do vestuário e calçado; nas indústrias de fiação e tecelagem; nas indústrias de artefatos de couro; nas indústrias do papel, papelão e cortiça; em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas; empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas; empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e nas indústrias do mobiliário.

Faixa 3 –  R$ 1.104

Trabalhadores: nas indústrias químicas e farmacêuticas; nas indústrias cinematográficas; nas indústrias da alimentação; empregados no comércio em geral; e  empregados de agentes autônomos do comércio.

Faixa 4

Trabalhadores: nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico; nas indústrias gráficas; nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana; nas indústrias de artefatos de borracha; em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito; em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade; nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas; auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino); empregados em estabelecimento de cultura; empregados em processamento de dados; empregados motoristas do transporte em geral; e empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.

(Foto: Fecomércio)

Veto contra o reajuste é mantido

O veto do prefeito Elizeu Mattos contra o reajuste dos salários dos vereadores e do funcionalismo foi mantido, numa das sessões mais longas do ano, nesta segunda-feira (21), da Câmara de Vereadores de Lages.

Foram 16 votos a favor da manutenção do veto; um contrário (David Moro) e uma abstenção (Juliano Polese).

O Presidente até votou, mas nesse caso não conta.

pressão

A pressão popular acabou tendo resultado.

No entanto, o projeto de reajuste só para os servidores, voltará a ser apreciado, e deverá ser dado o reajuste de 11,28%.

Por fim, uma outra curiosidade foi o requerimento do vereador Juliano Polese, propondo um salário mínimo, (R$ 880,00), para a próxima Legislatura.