Neste sábado (26), último dia do Festival, a programação segue espalhando música por diferentes pontos da cidade. Às 10h, a comunidade poderá apreciar uma apresentação no Mercado Público Municipal, um dos espaços mais tradicionais de Lages.
Já às 14h, será a vez da Loja Havan, no Centro, receber os músicos, aproximando ainda mais a música clássica do cotidiano da população.
A grande celebração do encerramento acontece às 20h, no Teatro Bom Jesus, com entrada gratuita. O Concerto de Encerramento será realizado pela Orquestra Sinfônica, coroando uma edição que reforça o compromisso do Festival em democratizar o acesso à cultura e promover experiências inesquecíveis para a comunidade lageana.
O empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan, se manifesta sobre as discussões em torno da jornada 6×1. Confira o posicionamento abaixo:
“Tenho acompanhado as discussões em torno da jornada de trabalho 6×1 e vejo que estão criando uma polêmica onde não precisa. Os parlamentares deveriam estar mais preocupados em solucionar os problemas já existentes ao invés de criar uma nova situação que pode impactar diretamente a vida dos trabalhadores e também a sustentabilidade das empresas.
O brasileiro não quer trabalhar menos, ele quer, acima de tudo, viver melhor, com mais conforto, mais segurança, saúde, educação e independência. Quer ter uma melhor condição de vida e não viver de esmolas do Estado.
Ao conversar com nossos colaboradores, percebo que a maioria deseja oportunidades para trabalhar, crescer e se desenvolver. Recentemente, na inauguração de uma loja Havan no Rio Grande do Sul, uma colaboradora me disse: “Prefiro trabalhar aos domingos do que pedir emprego na segunda-feira”. Esse comentário reflete aquilo que as pessoas querem, que é a segurança de uma renda fixa e um ambiente de trabalho estável.
Nossa equipe de Recursos Humanos fez um levantamento que apontou que, uma possível mudança na jornada 6×1, geraria um custo adicional de 70%. Isso de uma hora para a outra. O que não afetaria apenas as empresas, mas também os consumidores, que enfrentariam preços mais altos. E sabemos que quando a inflação aumenta, impacta nos preços dos produtos, destruindo o poder de compra das famílias, especialmente as de menor renda.
Na realidade, os empresários são meros repassadores de custos e isso recai sobre a população que perde parte do valor real dos salários. Até porque é praticamente impossível diminuir a jornada de trabalho sem reduzir os salários.
Se nós, na Havan, trabalhamos com 6×1, para eu fazer uma jornada 4×3 precisaria colocar outro turno. Mas, com isso, surge um novo problema, porque hoje o mercado não conta com mão-de-obra disponível. Com 6% de desemprego, muito dessa falta de colaborador é impactada por problemas das ajudas governamentais, em as pessoas não querem mais trabalhar com carteira assinada.
Falo sempre que nos Estados Unidos, por exemplo, não tem nada disso. Não tem o Estado tutelando toda a economia. E eu pergunto: hoje tem mais brasileiros indo trabalhar nos EUA ou tem mais americanos querendo trabalhar no Brasil?
Em vez de discussões populistas, que servem para dividir a população em contra e a favor, colocando as pessoas contra os empresários, acredito que o foco deveria ser construir caminhos para garantir a estabilidade e o desenvolvimento para todos.
Não se pode resolver os problemas das pessoas com uma canetada. Isso é posição de burocratas. Afinal, se fosse tão simples assim, bastaria, por exemplo, aumentar o salário mínimo para R$ 10 mil por mês que todos comeriam picanha e viajariam para o exterior nas férias. Só que, na prática, um salário maior requer uma produtividade também maior. Isso só ocorre com educação e qualificação do profissional.
Novamente, o que vemos é uma polêmica desproporcional, onde estes parlamentares estão desconexos com a realidade dos problemas do Brasil”.
O empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan, tem atuado de forma diferenciada em prol dos atingidos pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Na quarta-feira (5), ele esteve no Vale do Taquari, onde iniciou a distribuição de R$10 milhões destinados às famílias necessitadas.
Luciano Hang durante entrega de recursos a uma família do Vale do Taquari, atingidas pelas enchentes, no RS / Foto: Divulgação/Assessoria
Desse valor total, R$7 milhões foram arrecadados por meio do Troco Solidário, nas 176 megalojas Havan em todo o Brasil. Esse montante será distribuído entre 700 famílias da região que receberão, individualmente, a quantia de R$10 mil em dinheiro para usarem da maneira que acharem necessário.
Além do valor arrecadado pelo Troco Solidário, a Havan também contribuiu com mais R$3 milhões em cartões solidários no valor de R$1 mil cada. Estes cartões serão distribuídos para três mil famílias, permitindo-lhes adquirir itens essenciais nas lojas da Havan.
Para a seleção das famílias e distribuição correta dos valores, a ação humanitária da Havan conta com apoio do Rotary e Lions dos municípios.
São os mais variados estilos de golpes que estão sendo registrados em meio à tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul. Entre elas, a imagem da Havan e do empresário Luciano Hang sendo utilizada com a má intenção de aplicar golpes.
Nesta semana, foram identificados alguns perfis nas redes sociais recriando a voz do empresário Luciano Hang com inteligência artificial, onde o empresário dizia que a Havan estaria fazendo promoções de alguns produtos para ajudar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Além disso, foi criado por criminosos um site para arrecadar valores em PIX em nome da Havan, para destinar ao povo gaúcho.
O Troco Solidário é o único meio de ajudar o Rio Grande do Sul, sendo possível ser feito somente presencialmente em uma das 176 megalojas em todo o Brasil, sem a necessidade de realizar uma compra. Enfim, toda a ajuda da varejista ao Rio Grande do Sul tem sido informada oficialmente pelas redes sociais da empresa.
A Havan informa que não está vendendo celulares por R$ 150 ou com 96% de desconto para zerar o estoque. A empresa afirma que tampouco recebeu qualquer notificação do Procon sobre erro de precificação nesse teor.
A equipe de segurança digital da varejista tem atuado para derrubar os diversos perfis que são criados nas redes sociais para divulgar o material. Além disso, o setor jurídico atua para responsabilizar os criminosos.
A Havan alerta aos clientes que todas as ofertas ou promoções são divulgadas nos perfis oficiais da empresa (@havanoficial) ou ainda pelo site havan.com.br
O envolvimento direto do empresário Luciano Hang no pleito eleitoral passado, está custando caro a ele. Tem sido alvo da justiça em inúmeras situações. Agora, a Justiça do Trabalho de Santa Catarina o condenou por assédio eleitoral durante o pleito de 2018.
Luciano Hang – Foto: facebook
A decisão judicial publicada na última semana atende pedido feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) e determina o pagamento de indenização, a título de dano moral coletivo, no valor de R$ 1 milhão, e de R$ 1 mil por dano moral individual, para cada empregado da Havan com vínculo até o dia 1º de outubro de 2018.
Em nota, Hang classificou a condenação como “descabida e ideológica”, a decisão de primeira instância da Justiça do Trabalho em Florianópolis. Nega ter cometido tais irregularidades e disse que irá recorrer da decisão.
Era o que se esperava, dito, inclusive, aqui na coluna. Também observado pelos demais formadores de opinião na política. Sendo assim, na retomada do julgamento do senador Jorge Seif (PL/SC), nesta terça-feira (7), o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE), rejeitou de forma unânime a tese da cassação.
Magistrados julgaram improcedente ação que pedia cassação e inelegibilidade de Jorge Seif Junior / Foto: Roque de Sá/Agência Senado
O Senador era acusado de abuso de poder econômico nas eleições passadas. O processo foi movido pela coligação do ex-governador Raimundo Colombo (PSD-SC), candidato derrotado ao Senado no mesmo pleito.
A coligação constituída, além do PSD, pelo União Brasil e o Patriota, alegou que o agora senador Jorge Seif se utilizou da estrutura oferecida pelo empresário Luciano Hang, dono das lojas Havan, alvo também das denúncias.
Enfim, por mais que tenham sido identificadas irregularidades, a relatora e desembargadora Maria do Rocio Luz Santa Ritta, entendeu que as ações de campanha não foram suficientes para impactar no resultado das urnas, e que não houve caracterização de abuso de poder econômico. Os demais julgadores seguiram o voto da relatora. Agora, a coligação acusadora deverá recorrer junto à instância superior, em Brasília.
Uso de helicóptero
No processo, os réus eram acusados de (1) utilizar de maneira irregular um helicóptero para transporte e participação em eventos, (2) usar estrutura material e pessoal das lojas Havan para veiculação de campanha e (3) financiar ilegalmente propaganda por parte da entidade sindical de São João Batista durante um evento no município.
A relatora da ação, desembargadora Maria do Rocio, apontou que, em relação ao uso de veículo aéreo, a prestação de contas do senador havia sido aprovada anteriormente pelo Tribunal e que o fato não desequilibrou a disputa, além de que os gastos declarados pela chapa estiveram aquém do que seria autorizado utilizar.
Quanto aos empresários envolvidos
No caso do envolvimento do então presidente sindical Almir Manoel Atanázio dos Santos, a relatora entendeu não haver provas para responsabilizá-lo e que não foi possível identificar privilégio concedido a Jorge Seif em detrimento de outro candidato que pudesse estar presente no evento.
Foto: Vinicius Claudio
Já em relação à atuação do empresário Luciano Hang na campanha de Seif, a desembargadora afirma que as fotos e vídeos juntadas nos autos do processo “falam por si e demonstram que Hang se utilizou do aparato da empresa Havan para apoio à candidatura de Jorge Seif”, mas pondera que é necessário avaliar o impacto disso para considerar a existência de abuso de poder econômico a ponto de justificar a cassação e a inelegibilidade.
Comparação com o caso do vice e prefeito de Brusque
A magistrada compara com caso similar ocorrido em Brusque, quando o Tribunal Superior Eleitoral tornou Hang inelegível por oito anos, pela mesma prática ilícita, e cassou os mandatos do prefeito e vice-prefeito do município.
Entretanto, na ação em questão, a juíza conclui que “não há dúvida que houve transgressão à jurisprudência do STF, representada pela utilização da estrutura das Lojas Havan na campanha eleitoral, de modo a construir relação associativa entre a marca da pessoa jurídica e a campanha, o que é reprovável, mas, diversamente do que lá ocorreu (Brusque), não encontra a dimensão apta a concluir tenha afetado a normalidade e legitimidade do processo eleitoral”.
Anteriormente, o Ministério Público Eleitoral já havia se manifestado pela improcedência da ação por meio de parecer do então procurador regional eleitoral, André Stefani Bertuol.
O Tribunal Regional Eleitoral irá julgar no próximo dia 26, ação de investigação movida pela coligação Bora Trabalhar (PSD, Patriota e União Brasil) contra a chapa que elegeu Jorge Seif Júnior (PL) para o Senado.
A coligação, que teve como candidato ao Senado o ex-governador Raimundo Colombo (PSD), que ficou em segundo lugar no pleito, acusa a chapa de Seif de ter recebido financiamento indireto e ilegal de campanha de pessoa jurídica, o que é proibido por lei, representada pelo possível uso de um helicóptero da Havan, que segundo a acusação, transportou além de Seif, também o seu principal cabo eleitoral que é o empresário Luciano Hang para eventos de campanha.
Contra a chapa
Raimundo Colombo
Como a ação é contra a chapa, a decisão também terá efeito sobre os suplentes Adrian Rogers Censi, que é de Blumenau, e Hermes Artur Klann, empresário de Brusque, que foi indicado por Hang.
Os advogados Mauro Prezotto e Gustavo Serpa pedem a cassação do diploma dos eleitos, a anulação dos votos atribuídos à chapa e o recálculo do resultado da eleição, com a consequente diplomação do candidato mais votado, no caso, Raimundo Colombo (PSD), caso Seif seja condenado. (Fonte: SC em Pauta)