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Faltando poucos meses para o início efetivo do calendário eleitoral, Santa Catarina desponta como um dos estados mais estratégicos para a direita brasileira.
A ascensão nacional de Júlia Zanatta (PL), sugestionada à posição de vice do presidenciável Flávio Bolsonaro, a consolidação da pré-candidatura de João Rodrigues (PSD), e os movimentos do governador Jorginho Mello (PL) indicam que o debate político catarinense entrou definitivamente no modo 2026.
A eventual participação de uma catarinense em uma chapa presidencial, algo ainda tratado no campo das especulações, demonstra que o Estado poderá exercer papel mais relevante no cenário nacional do que em eleições anteriores.
Tabuleiro
O panorama político catarinense indica a formação de três grandes polos para 2026:
– Jorginho Mello (PL), buscando a reeleição com o apoio do bolsonarismo;
-João Rodrigues (PSD), tentando construir uma alternativa de centro-direita;
– Gelson Merísio (PSB), liderando uma frente de centro-esquerda apoiada por Lula.
Se essas articulações forem confirmadas, Santa Catarina deverá viver uma das disputas eleitorais mais polarizadas de sua história recente, com reflexos diretos no cenário nacional e na formação dos palanques presidenciais.



