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Santa Catarina passou a permitir a certificação fitossanitária da maçã diretamente em municípios produtores como São Joaquim e Fraiburgo, eliminando a necessidade de envio da fruta para outros estados antes da exportação. A mudança reduz custos logísticos, agiliza o processo e amplia a vida útil do produto, aumentando a competitividade no mercado internacional.

Com expectativa de exportar cerca de 20 mil toneladas na safra 2025/2026, os produtores agora podem utilizar portos catarinenses, como o de Imbituba, tornando o escoamento mais eficiente. A medida, aguardada há duas décadas pelo setor, também fortalece a economia estadual e toda a cadeia produtiva da maçã.

O avanço é resultado de articulação entre o Governo do Estado e o Ministério da Agricultura, trazendo ganhos diretos em qualidade e tempo de comercialização. Além disso, o rigor no controle sanitário, conduzido pela Cidasc, segue sendo fundamental para garantir a sanidade da produção e manter o destaque de Santa Catarina como maior produtor nacional da fruta.



