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Na reunião semanal da diretoria da ACIL, realizada na noite desta segunda-feira (2), a prefeita Carmen Zanotto, acompanhada de parte expressiva do secretariado, apresentou um balanço detalhado dos primeiros um ano e dois meses de gestão. A explanação foi técnica, sustentada por dados e números de todas as áreas da administração, o que permitiu uma visão ampla dos avanços já consolidados e dos projetos em execução.

Um dos eixos centrais da apresentação foi a mobilidade urbana. Estudos de fluxo e contagem veicular nos principais cruzamentos da cidade já embasam intervenções planejadas, como a modernização do sistema semafórico e a implantação de binários nos bairros Santa Helena, Copacabana, Sagrado Coração de Jesus e Petrópolis. No horizonte, também constam a construção de viadutos, novas ciclovias e a duplicação dos acessos Sul e Norte, medidas estruturantes que impactam diretamente o cotidiano da população e a competitividade regional.
A área do turismo igualmente ganha protagonismo. Entre os projetos estratégicos estão a implantação da Rota Turística Caminho dos Tropeiros, com cerca de 160 quilômetros, ligando o Passo Santa Vitória (Coxilha Rica) a Ponte Alta, e a Rota do Cicloturismo, com mais de 600 quilômetros projetados. São iniciativas que dialogam com o potencial histórico, cultural e paisagístico do município, ampliando a vocação turística da Serra.
Chamaram atenção, ainda, projetos aprovados e em andamento, como a construção de uma praça coberta no Calçadão, a criação de um Parque Municipal com cancha coberta para torneios de laço, espaço que poderá, futuramente, abrigar grandes eventos, como a própria Festa Nacional do Pinhão. Soma-se a isso o planejamento de um novo Centro Administrativo, além de viadutos nos bairros da Penha, São Miguel e Conte, revitalizações urbanas, investimentos em habitação e ampliação de estruturas de saúde, como policlínicas.

No campo da infraestrutura, somente em pavimentação os investimentos alcançam cerca de R$ 85 milhões, somando recursos próprios e do Governo do Estado. Outro movimento estratégico é a cedência, por parte do Estado, de estrutura da antiga SDR, permitindo a centralização de secretarias, incluindo Obras e a garagem municipal, o que tende a gerar economia e eficiência administrativa.
O saldo da apresentação é claro: há planejamento, captação de recursos e execução em curso. Em pouco mais de um ano, a gestão imprime ritmo acelerado e projeta intervenções de grande porte. Se todos os projetos saírem do papel como anunciados, os próximos anos deverão redesenhar a cidade, e, inevitavelmente, provocar debates intensos na opinião pública.




