Share this
Ao acompanhar de perto o 1º Seminário de Valorização das Indicações Geográficas da Serra Catarinense, organizado pelo Sebrae, enalteço a real importância do evento, realizado em São Joaquim esta semana, nos dias 29 e 30/11.

As palestras entraram direto na relevância das IGs, justamente numa Região que é a única do Brasil a contar com quatro Indicações Geográficas: Vinhos de Altitude de Santa Catarina; Mel de Melato da Bracatinga; Maçã Fuji da Região de São Joaquim, e Campos de Cima da Serra, para o Queijo Artesanal Serrano Brasileiro.
A percepção é a que a comunidade local e arredores ainda não se deu conta do quanto isso tudo representa. De o quanto pode ser favorecida. Cada palestrante bateu seco na tecla, e acredito que tenham mexido com os brios dos joaquinenses.

O evento se transformou na oportunidade para entender e “desmistificar” o lado técnico das Indicações Geográficas (IGs), e as alternativas de negócios que podem ser geradas a partir da conexão das IGs com os outros segmentos locais.
A comunidade serrana precisa viver na prática o que o IG significa. Valorizar, divulgar, utilizar, enfim, articular o marketing, por terem produtos únicos no Brasil, mas que ainda não sabe aproveitar a real significância disso tudo.

Espero sinceramente, que as coisas mudem. Que tenham tirado proveito de cada palavra dita pelos palestrantes. Porém, logo outro seminário será organizado para seguir impulsionando a ideia, até que São Joaquim e Região passem a usufruir por completo deste privilégio único. Enfim, entender que o turismo a ser explorado, não é apenas ligado ao frio.




