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Caminhos complexos

Na semana passada reunião envolvendo as lideranças da tríplice aliança davam conta de uma proposta de unidade e continuidade da parceria entre os partidos do PMDB, DEM e PSDB.
No entanto, a reunião desta segunda-feira do PMDB, definiu a pré-convenção do partido para a escolha de candidato ao governo. Numa reunião falam uma coisa, e noutra as conversas são bem diferentes.
Fica a real impressão de que os comandados de Luiz Henrique da Silveira não dependem de ninguém.
Acreditam piamente que o Governo teve uma administração exitosa, mas não levam em conta a participação dos demais partidos que compõem a coesão vencedora em 2006.
A oposição torce para que isso realmente aconteça, e na divisão de interesses possam ter campo aberto.
Democraticamente, o PMDB tem todo o direito de fazer o que bem entender.
 O partido apenas não mede as consequências da divisão e da possibilidade de a aliança acontecer, mas com outros anéis e outros dedos.

A caminho do acerto

Foi na residência oficial do vice-governador que aconteceu nesta quarta-feira, nova reunião entre os líderes da tríplice aliança.

Leonel Pavan, chamou para si a responsabilidade de apaziguar os ânimos diante de muitos ditos oriundos, principalmente da base tucana.
A reunião, da chamada “Força Municipalista” discutiu o que mais interessa a ela: a continuidade do governo de coalizão.
Entre os encaminhamentos ficou clara a necessidade de agilizar o processo e escolher uma candidatura única dentro da tríplice, e isso deve acontecer até o final de março.
Ainda no sentido de afastar as especulações negativas, todas as lideranças hipotecaram apoio a Pavan, em relação a sua posse no Governo do Estado.
Formalmente, os mesmos líderes deixaram claro que ninguém está autorizado a cogitar a possível renúncia de Leonel Pavan, do cargo de vice-governador.
O próximo encontro da cúpula acontece já na segunda-feira próxima, dia 22 de fevereiro.

Golpe contra o PSDB/SC

 

Golpe contra Pavan?

Recebo da assessoria de imprensa do PSDB, nota de manifesto da bancada do partido contra movimentos de alguns segmentos da tríplice aliança para que Leonel Pavan não assuma o Governo.

Ainda segundo a nota, os deputados do PSDB consideram tais manobras, uma tentativa de golpe contra o vice-governador.

O objetivo garante a fonte, é fulminar com as chances na disputa ao Governo do Estado, já que ele estava se mostrando um candidato forte.

É realmente uma notificação curiosa. Afinal, Leonel Pavan está mesmo vivendo um péssimo momento na carreira política, e que segundo ele mesmo, através de informações à imprensa tem expedido artigos explicando as razões que o levam a tomar algumas atitudes.

A palavra golpe é extremamente pesada. E é exatamente ela que causa perplexidade sobre o que paira no caso Pavan e a tríplice aliança.

E justamente num momento em que os líderes dos três partidos (DEM, PMDB e PSDB) acabam se sentar em torno de uma mesma mesa e saíram dela, com entendimentos salutares ao andamento do projeto.

A denúncia é grave!

A nota veio assinada por Gutieres Baron – Assessor de Imprensa.

Tríplice mais fortalecida

Reunião entre os presidentes dos partidos que compõem a Tríplice Aliança, na tarde desta quarta-feira, em Florianópolis, pelo que se comenta, foi produtiva.
O encontro avançou na troca de termos quanto aos rumos da coligação para o pleito de outubro.
Os três líderes, João Raimundo Colombo (DEM), Eduardo Pinho Moreira (PMDB) e Marco Tebaldi (PSDB) demonstraram o máximo interesse na unidade da aliança.
Eles têm consciência que nos últimos meses não houve tanta convivência e citam como razões assuntos mais urgentes como o caso de Pavan que tramita na Justiça.
No entanto, eles saíram do encontro com a certeza que serão mais fortes se permanecerem unidos.
E para confirmar a aproximação, definiram um novo encontro para o mês de março, juntamente com os demais dirigentes e as bancadas federais e estaduais.
Pelo que entendi, em março vão sacramentar a posição dos nomes dos candidatos ao governo.

Estratégia da tríplice

Os líderes que compõem a tríplice aliança se reúnem nesta quarta-feira para discutir exatamente o tema das eleições majoritárias de outubro.
Na mesma mesa, estarão o senador João Raimundo Colombo (DEM), que é também o presidente do Democratas em SC; o presidente do PMDB, Pinho Moreira, e o presidente do PSDB, Marco Tebaldi, além é claro do governador Luiz Henrique da Silveira, entre outras lideranças fundamentais no processo.
Espera-se desta nova reunião, uma definição estratégica visando o fortalecimento da tríplice aliança.

Primeiro turno

O senador João Raimundo Colombo acredita que é hora de começar a trabalhar no projeto eleitoral de maneira conjunta, em equipe, incluindo as lideranças do PPS e do PTB, entre outros partidos.
Nesse contexto, Colombo defende que as alianças sejam formalizadas já para o primeiro turno das eleições, uma vez que em nível nacional haverá bipolarização entre o candidato do governo e o da oposição, com influência direta nos estados.
Na tese de Raimundo, a aliança tem que ser no primeiro turno porque se faz a campanha junto, conhece as pessoas, forma uma equipe que se consolida de maneira mais compromissada com os eleitores.
Ele ressalta que uma aliança no segundo turno acaba sendo um arranjo, um entendimento de interesses. Exatamente isso que acontece.

Aceleração

Ainda não se sabe o desfecho para o pleito próximo, mas as estratégicas estão sendo colocadas por todos os pretendentes a sentarem da cadeira do Governo.
Concordo com o posicionamento de Raimundo Colombo, de que o ano começou com forte encaminhamento em torno dos futuros candidatos ao governo.
É caso do nome dele, da deputada federal Ângela Amin, da senadora Ideli Salvatti, e também de Eduardo Pinho Moreira.
Outra preocupação da tríplice é ajustar o projeto e garantir também apoio à pré-candidatura do então governador, ao Senado.
Sem a tríplice aglutinada, o projeto pode estar comprometido.

As eleições deste ano prometem

Os quadros atuais que se desenham, alguns especulatórios, outros com um pingo de verdade, devem fomentar o pleito de outubro.

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Muita expectativa no processo que pesa sobre Pavan

Na Serra, as coisas andam devagar sem muitas definições.
A região tem poucas opções com chances de eleger, especialmente na esfera federal.
Para a Assembleia Legislativa, a história é um pouco melhor.
Sobre a tríplice o “xadrez” está um tanto complicado, desde que o vice-governador Leonel Pavan teve o nome envolvido denúncias de corrupção passiva.
 

Mantendo a força

Diante dos episódios, vale ressaltar que fora de tudo, está o pré-candidato serrano ao governo, o senador João Raimundo Colombo.

Raimundo c

É nele, que estão sendo depositadas todas as fichas, sem nenhuma ranhura na sua conduta e muito menos no processo eletivo.
A tríplice deve trabalhar logo em suas definições, independente do que possa vir ocorrer com Pavan.
Pois, se ninguém pode condená-lo antecipadamente, como também pregar a inocência sem o veredicto da Justiça.

Composição

Formadores de opinião de Santa Catarina têm sacramentado cada vez mais a tese de que não há mais como a tríplice aliança deixar de lado a composição das candidaturas ao governo em 2010 com a presença do senador João Raimundo Colombo (DEM) na cabeça e Eduardo Pinho Moreira (PMDB), de vice.

Eduardo Moreira

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Além disso, contando ainda com o apoio das lideranças do PSDB, e dando assim, palanque a José Serra à Presidência da República em Santa Catarina.
É que se desenha e o que deve ser configurado antes de iniciar a campanha.

Pesquisa Datafolha

Contrária às últimas pesquisas que colocavam empate técnico entre os primeiros, a do Datafolha divulgada nesta quarta-feira, coloca a deputada Ângela Amin (PP), com margem maior sobre o segundo colocado, o senador João Raimundo Colombo (DEM), no que tange à preferência ao governo de SC.

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Ângela hoje, lidera, segundo Datafolha

Raimundo c

Raimundo (DEM) aparece em segundo

 

Quanto aos números:

Ângela Amin (PP)  – 31%
João Raimundo Colombo (DEM) – 18%
Ideli Salvatti (PT) – 14%
Eduardo Pinho Moreira (PMDB) 7%
Afrânio Boppré (PSol) – 2%
Com a inclusão do vice-governador Leonel Pavan, Ângela fica com 29% dos votos, Raimundo com 19%, Ideli 14% e Pavan, com 9%.
Os indecisos oscilam entre 17 e 18%.
A pesquisa ouviu 936 eleitores entre os dias 14 e 18 de dezembro.
A margem de erro é de 3% percentuais.

Leitura rápida

A pesquisa está embasada num quadro improvável, desde que a tríplice aliança solidifique a manutenção antes do primeiro turno, somando os percentuais hoje divididos.
Há também, a possibilidade de o PP e o PT fazerem o mesmo.
Diante da constatação, estará, desde já , definida a situação do segundo turno e a bipolarização entre os candidatos da tríplice e do PP e PT.

Reunião de emergência

Várias são as hipóteses para a convocação do senador João Raimundo Colombo, nesta quarta, para uma reunião em Florianópolis com o governador Luiz Henrique da Silveira.
Uma delas pode ser a divulgação desta pesquisa pela Folha de São Paulo.
Outra, com certeza, as tratativas de como deve ficar o governo sem a posse de Pavan, no próximo dia 5 de janeiro.
Enfim, até mesmo tratativas para a assinatura do protocolo de intenções com a ZF, em Lages, neste ou no próximo ano.
Por certo, saberemos cedo ou tarde os temas da urgente reunião de cúpula na Capital.

Operação Transparência

Santa Catarina aguarda curiosa o desfecho da Operação Transparência que coloca a em cheque a vida política, especialmente, do vice-governador Leonel Pavan (PSDB). 
Os fatos vão se sucedendo um a um.

antonio-gavazzoni

 Nesta quinta-feira, o secretário de Estado da Fazenda, Antônio Gavazzoni (foto) aceitou o pedido de exoneração dos diretores Pedro Mendes e Anastácio Martins, que supostamente estão envolvidos nas acusações feitas pela Polícia Federal, de corrupção passiva em benefício da empresa Arrows do Brasil.
Ambos são funcionários de longos anos de carreira e vão apresentar defesa no Tribunal de Justiça.

Fragilidade

A exoneração dos diretores pode levar à fragilização da defesa do vice-governador Leonel Pavan (PSDB) no campo político, segundo analistas.

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Porém, independente dos acontecimentos ele tem procurado dar continuidade ao seu trabalho normalmente.
A preocupação é com o cenário em 2010, pois surgem as primeiras dúvidas sobre o fato de ele vir assumir o governo no próximo dia 5 de janeiro, conforme tem dito o governador Luiz Henrique da Silveira.
A luz amarela não se apaga.
Tanto, que o Conselho Político do governo poderá ter atividade extra durante os feriados de Natal e Ano Novo.
A expectativa mais contundente, e que gira nos bastidores, está em torno da possibilidade da quebra do segredo de justiça dos grampos telefônicos, que podem tornar públicas as provas.
Por hora, ainda estão a sete chaves nas mãos da Polícia Federal.

Leonel Pavan indiciado pela PF

Inquérito da Polícia Federal com indiciamento do vice-governador Leonel Pavan (foto) e de outros funcionários ligados ao governo, na chamada Operação Transparência causa um verdadeiro rebuliço na política catarinense.

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Para começar, a reunião do colegiado do governo prevista para segunda-feira (14), foi cancelada.

O delicado processo apura denúncias de corrupção, sonegação fiscal no ramo de combustíveis em Santa Catarina, com fortes suspeitas da participação do vice-governador sob acusação de corrupção passiva, advocacia administrativa e quebra de sigilo funcional.

Quando a coisa cai nas mãos da PF é porque o caso é dos grandes.

A própria Polícia Federal garante ter provas consistentes de que houve corrupção ativa e passiva em setores do Governo.

Diante dos fatos, ainda não se tem dimensão dos estragos políticos, mas certamente o prejuízo deve atingir em cheio os interesses da tríplice aliança, e comprometer seriamente o projeto de governabilidade em 2010, que projeta Pavan como governador.