Posts tagged Projeto de Lei

Os números de Lages para 2012

0

Já tramita na Câmara de Vereadores, desde o final de outubro, o Projeto de Lei que determina o Orçamento de Lages para 2012.

Depois das emendas deve ser colocado em votação em Plenário.

Antes disso, no dia 24 de novembro, o projeto será discutido durante Audiência Pública.

O número do orçamento que estima receita e fixa despesas é exatamente de R$ 346.254.600,00 (trezentos e quarenta e seis milhões, duzentos e cinquenta e quatro mil e seiscentos reais).

Desse montante, R$ 325.914.600,00 (trezentos e vinte e cinco milhões, novecentos e quatorze mil e seiscentos reais) do Orçamento Fiscal e R$ 20.340.000,00 (vinte milhões, trezentos e quarenta mil reais) do Orçamento da Seguridade Social.

Os valores reais

Destes valores correntes, o Orçamento se desdobra às unidades gestoras do município e à Câmara Municipal de Vereadores. Assim, a Receita para o exercício de 2012 está estimada em R$ 346.254.600,00 (trezentos e quarenta e seis milhões, duzentos e cinquenta e quatro mil e seiscentos reais).

Só a Câmara de Vereadores tem a despesa em R$ 7.500.000,00 (sete milhões e quinhentos mil reais), em R$ 290.381.100,00 (duzentos e noventa milhões, trezentos e oitenta e um mil e cem reais).

A Despesa do Município e em R$ 48.373.500,00 (quarenta e oito milhões, trezentos e setenta e três mil e quinhentos reais) as transferências financeiras ao Fundo Municipal da Saúde (FMS), ao  Funrebom, à FME,  à FCL, ao Fundo de Assistência Social, e Câmara de Vereadores, bem como transferências financeiras da Semasa ao Fundo de Saúde e Prefeitura.

 A Distribuição:

A Despesa do Município será realizada segundo a apresentação dos anexos integrantes desta lei, obedecendo à classificação institucional, funcional-programática e natureza, distribuídas da seguinte maneira:

Câmara de Vereadores do Município de Lages – R$ 7.500.000,00

Gabinete do Prefeito – R$ 3.110.000,00

Procuradoria Geral do Município de Lages – R$ 865.000,00

Secretaria do Planejamento e Coordenação – R$ 2.600.000,00

Secretaria da Administração – R$ 25.300.000,00

Secretaria de Finanças – R$ 12.794.000,00

Secretaria da Educação – FUMED – R$ 81.345.500,00

Secretaria de Obras – R$ 39.650.000,00

Secretaria da Agricultura – FEPAGRO  – R$ 5.255.000,00

Secretaria do Desenvolvimento Econômico – R$ 940.000,00

Secretaria do Meio Ambiente do e Serv. Públicos – R$ 19.525.000,00

Secretaria da Habitação – FMH – R$ 4.035.000,00

Secretaria Extraordinária de Assuntos Comunitários – R$ 240.000,00

Secretaria Extr. de Seg. das Pessoas e Patrimônio – R$ 1.780.000,00

Secretaria de Turismo – R$ 360.000,00

Secretaria de Trabalho e Geração de Renda – R$ 415.000,00

Fundo de Reequipamento do Corpo de Bombeiros – R$ 900.000,00

Fundação Municipal de Esportes – R$ 2.685.000,00

Fundação Cultural de Lages – R$ 7.156.000,00

Fundo Municipal de Saúde – R$ 76.227.100,00

Fundo Municipal de Assistência Social – R$ 10.116.000,00

Fundo Municipal dos Diretos da Criança  – R$ 300.000,00

LAGESPREV – Instituto de Prev. Municipal de Lages – R$ 20.340.000,00

Semasa – Sec. Municipal de Águas e Saneamento – R$ 22.796.000,00

Reserva de Contingência – Prefeitura – R$ 20.000,00

O total: R$ 346.254.600,00

Tem ainda as transferências financeiras: R$ 48.373.500,00 

Total: R$ 48.373.500,00

Total Geral: R$ 394.628.100,00

Lages entrou na era das sacolas ecológicas

0

O projeto de Lei, de autoria do vereador Anilton Freitas (foto) do PTB, aprovado nesta terça-feira (10), prevê que todos os estabelecimentos de direito público e privado com atuação no município de Lages, que utilizam sacolas e sacos plásticos para o acondicionamento e transporte de produtos e mercadorias em geral, incluindo-se o lixo, terão o prazo de 1um ano, período que tem caráter facultativo, para substituí-los por sacos e sacolas ecológicas.

O vereador fez valer a importância a ser dada ao meio ambiente.

Os estabelecimentos deverão disponibilizar aos seus clientes bolsas, sacolas, sacos ou cestas confeccionadas com material retornável e biodegradável.

O poder público fica autorizado a auxiliar as famílias de baixa renda na aquisição das sacolas ou sacos ecológicos.

E quem não cumprir?

Conforme o Projeto, a fiscalização do cumprimento desta lei será de incumbência do Poder Executivo.

Aquele que descumprir as normas estará sujeito a algumas penalidades, como notificação, multa no valor de R$ 1mil e, em caso de reincidência, no valor R$ 2 mil, interdição do estabelecimento e cassação do alvará de localização e funcionamento de atividades.

Esta última não se aplica a órgão e entidade do poder público.

A questão ganhou corpo

0

Ao invés dos municípios e seus legisladores procurarem soluções isoladas diante do problema social e que está afetando escolas e famílias, no caso das pulseirinhas do sexo, a Assembleia Legislativa tomou uma atitude mais genérica.

O deputado estadual Narciso Parisotto (PTB) teve aprovada neste dia 6, na Comissão de Constituição e Justiça, o Projeto de Lei nº 47/2010 que pretende proibir de vez em todo o Estado, a comercialização das já conhecidas pulseirinhas.

O deputado Narciso trata o caso das pulseiras como verdadeiras pragas que dissimulam o mal entre os jovens.

Na Casa, o projeto recebeu manifesto positivo em prol do projeto de todas as bancadas.

Contas a pagar: mudança de regras

0
 Quem de nós não se deparou com a situação de ter uma conta vencida e sendo obrigado a procurar um único local (banco) para quitá-la? 
Parece algo simples. Mas que causa enorme transtorno ao consumidor. 
Pois, o senador João Raimundo Colombo já está trabalhando num projeto de lei que estipula a garantia de poder pagar a dívida em qualquer lugar, mesmo que ela esteja vencida. “Mesmo que seja só por um dia de atraso, credores e bancos impõem exigências implacáveis e sem sentido”, afirmou. 
As regras são aplicáveis a todas as contas emitidas sob a forma de boleto bancário e que estabeleçam multas e juros por atraso de pagamento. 
Colombo chega a prever a nulidade da cobrança de encargos pelo descumprimento das regras sugeridas. 

Pradronização dos “pardais”

0

Os conhecidos “pardais” são realmente contraditórios e muitas vezes só complicam a vida dopardais motorista, ao invés de realmente educar ou ajudar. 

Diante do problema, o senador João Raimundo Colombo (DEM/SC), acaba de apresentar um projeto de lei que propõe a padronização desses equipamentos eletrônicos aferidores de velocidade  para que o motorista tenha ciência se o veículo está dentro dos limites de velocidade permitidos para a via em que trafega. 

Na sua justificativa, Colombo observou que a falta de normatização para a utilização desses equipamentos tem propiciado uma série de abusos, como a transformação de determinados trechos de vias públicas em ‘verdadeiros postos de arrecadação de multas’. 

O projeto tem como finalidade coibir este tipo de abuso. 

Go to Top