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Lá foi o Jones para o PMDB

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Jones migra novamente de partido. Agora assina com o PMDB.

O Partido que pretende fazer do processo de filiações uma grande festa em Lages,  conta agora com o radialista Jones Paulo.

Na sede do partido, para assinar sua filiação, teve como padrinhos e o testemunho do deputado Elizeu Mattos e do presidente do PMDB Cosme Polese.

Na eleição passada ele concorreu a deputado estadual pelo PSB.

Agora, o foco é outro. O radialista já está pensando na possível candidatura a vereador, em 2012.

Vai concorrer comigo.

Cláudio Bianchini troca o PP pelo PRB

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O Partido Republicano Brasileiro foi o partido do membro mais destacado, o ex-vicepresidente da República José Alencar, e agora, em Lages, é também do empresário Cláudio Bianchini que acaba de deixar o Partido Progressista (PP).

Cláudio só não passou a pertencer ao novo partido, mas também assumiu a presidência regional, com eixo na Serra Catarinense, Meio Oeste, inclusive, parte do Alto Vale.

Bianchi assim ingressa num projeto novo com grandes pretensões políticas, especialmente no campo de crescimento ideológico.

Tem como missão formar grupos partidários homogêneos, ou seja, iguais, independente da formação ou classe social, mas com pessoas comprometidas com o projeto que não será dele, mas da doutrina do Partido Republicano.

 

Conduta no PRB

Sobre a conduta a partir de agora, Cláudio revela que apenas a ideia é trabalhar na formação e junção de grupos que se proponham à mudança.

Na Serra é um partido novo, mas que pode ganhar projeção a partir de um grande esforço para reunir novos filiados.

O desafio será o de eleger os primeiros vereadores nos municípios de sua jurisdição, principalmente Lages, onde não pensa, ainda, em lançar nome para a Prefeitura.

Não fala em oposição e nem em situação. A concentração inicial parte do princípio de que precisa trabalhar na organização e estruturação.

O objetivo não é conflitar com ninguém, especialmente com o velho amigo Renato Nunes, ou com outros membros de partidos diferentes.

Fortalecimento das bases

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O prefeito de Chapecó, José Cláudio Caramori (DEM) pelo visto tem se mostrado também um grande articulador político.

Notoriamente, através das etapas da reforma administrativa que vem sendo impetrada nos últimos dias, fica a caracterização de que quer fortalecer o governo seguindo o princípio das alianças.

Atualmente, conjumina na nova costura, partidários de diversos partidos, e, mais recentemente trouxe para suas linhas o PMDB, mesmo com a contrariedade de algumas lideranças, caso do suplente de deputado federal, Valdir Colatto.

Diante dessas novidades que devem estar muito bem alinhavadas, fica clara a sustentação de uma frente única visando travar a disputa do pleito de 2012.

Em Lages ouvi dizer que a Administração pretende abrir espaço para o PT.

PT antecipa discussões

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Executiva do Partido dos Trabalhadores não quer perder tempo e começa a falar nas estratégias visando os pleitos de 2012 e 2014.

Na quinta (17) a sábado (19) dirigentes, deputados, prefeitos, lideranças regionais e filiados estiveram reunidos , em Florianópolis.

Todos se manifestaram sobre os rumos que o partido está tomando.

As opiniões mais diversas foram ouvidas e comentadas por deputados, deputadas, pelo presidente da legenda estadual, José Fritsch e pela Ministra da Pesca, Ideli Salvatti.

O partido não deixou de discutir sobe a manutenção do poder.

A ex-senadora Ideli Salvatti observou muito bem a necessidade de refletir sobre isso.

Assim penso

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Observo que Lages tem tido provações importantes no campo das atitudes.

Houve um tempo em que as pessoas reclamavam de certa inércia nas ações que pudessem provocar estímulo ao crescimento. Atualmente as coisas mudaram.

Em várias frentes de atuação e em divisões de classes, cada qual trabalha em projetos sustentáveis que possam preparar a cidade para enfrentar os próximos anos.

Pelo lado do Executivo, obras de grande vulto como de revitalização de ruas e avenidas devem ajudar a desafogar o já complexo trânsito.

Também no setor de saneamento, as boas novas podem expor Lages como exemplo no País, caso se consiga a meta de em menos de quatro ou cinco anos, tratar 80% do esgoto doméstico, sem contar com o projeto de retificação dos rios Carahá e Caveiras, já em fase de conclusão e que deve praticamente elimina a chance de novas e grandes enchentes em bairros das zonas de risco.

Outro momento

Num segundo e não menos importante momento, o segmento empresarial está atuando num plano chamado “Lages do Amanhã”.

Neste campo, a prospecção é trabalhar em todos os itens que possam desenvolver no município projetos de investimento econômico, e, principalmente preparar terreno para futuros empreendedores.

Daqui para frente, a expectativa é de que estes planejamentos possam sair do papel, conforme os idealizadores já estão anunciando.

Dentro de alguns dias, novas reuniões de trabalho vão definitivamente estabelecer os passos seguintes.

A comunidade aguarda ansiosa pelos resultados efetivos.

Na área política

Não há como desvincular também o fator político diante do atual quadro eleitoral.

A região passou mais de 50 anos a espera de um nome que pudesse representa-la na ponta das decisões governamentais. Hoje, politicamente, o nome o lageano João Raimundo Colombo surge como forte esperança de que a região retome o espaço e o tempo perdidos.

Caso consolide o projeto de governo, todos os trabalhos em desenvolvimento sustentável de Lages e região poderão, de forma direta, se atrelar ao planejamento futuro.

Mas, obviamente, independente de quem esteja no governo a partir de 2011, este terá que ter participação envolvente na construção do “Lages do Amanhã”.

Avanço político

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A Serra Catarinense ainda procura o melhor posicionamento no campo político. 

A cada eleição vive também a incógnita sobre quem ou quantos serão eleitos.

Amarrada na fraca densidade eleitoral, em períodos como os de agora, que antecedem novo pleito, são inúmeros os pré-candidatos que por vaidade ou interesse, atiram-se ao desafio, mesmo sem nenhuma chance.

Diante das decisões mal pensadas, ficam à frente os mais favorecidos, também na incerteza da vitória.

Assim, a terra dos pinhões nunca poderá exigir dos poucos que conseguem, pois terão suas forças diminuídas pela fraca representatividade. Tudo, em função da pequenez de alguns que se acham grandes.

“Dedos de proza” produtivos

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Lages – Tive o prazer de assistir na casa do meu ilustre vizinho (de novo) Ari Martendal, na noite de quinta, o jogo entre Cerro e Inter, pela Libertadores. 

Confesso que o jogo ficou em segundo plano. 

Nossa “proza”, regada a alguns goles de campari, aperitivo preferido do Bode Velho, foi produtiva demais. 

Dentre nossos trocadilhos fizemos várias análises sobre o futuro político de Santa Catarina, mas com forte interveniência aqui na Serra Catarinense. 

Segundo Ari, não duvidem desse “desenho” para outubro: 

Colombo para o Governo (DEM) 

Vice, Hugo Biehl – PP 

Amin (PP) – senado 

Ângela (PP) – a federal 

E de quebra: João Amin (PP), para deputado estadual 

Para a Serra, Grande Florianópolis e Oeste, tudo em casa. 

Tem muitos outros desdobramentos. 

Ari sabe das coisas, aliás, sabe muito.  

Recomendo a leitura da coluna dele de O Momento desta semana.

Merece meu respeito e admiração. 

Fase conclusiva

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Assim que terminarem as folias do Rei Momo, já nesta quarta-feira, as atenções no meio político se voltam definitivamente para a conclusão dos projetos eleitorais de 2010.
É hora da organização final. É que o tempo passa a ser crucial e as definições precisam ter a certeza dos objetivos.
Na Serra Catarinense, muitos são os nomes cogitados, ainda pré-candidatos, especialmente para a Assembléia Legislativa.
Vale lembrar que muitos desses nobres nomes não têm a mínima chance de chegar.
Portanto, hora de rever posições e fazer valer a máxima na Serra: da baixa densidade eleitoral.
E para quem não entende, poucos votos mesmo.

Em 2008 escrevi

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Lages2Não só sonhar, mas também para acreditar. Assim a sociedade lageana passa seus dias, semanas, meses e anos, sonhando com dias melhores, tantas são as promessas ouvidas nos tempos idos.

Sonhamos com tudo o que possa nos trazer especificamente desenvolvimento econômico, e com ele, emprego, renda e maior crescimento em inúmeros outros setores. O que nos falta? Educação, sabedoria, empreendedorismo, coragem, atitude, humildade, lideranças? Digo que pecamos em todos esses fundamentos e outros mais.

Em nossa crença, o maior dos pecados. Não na forma de erro, mas na fé do advindo prometido, e que não se consolida.

Por aqui, fortalece-se cada vez mais a impressão de que tudo é mais difícil; de que a burocracia e os entraves que retardam projetos, acontecem somente em nossa Região. Citar exemplos? Desnecessário. Os “calos doloridos” e parados por falta de atitude nos mostram onde estão e aonde acontecem. 

Dói bater num assunto que poderia estar fortemente sendo trabalhado e apenas guarnecido pela responsabilidade de muitos, mas que hoje nos atormenta, mas pela falta de responsabilidade.

Por hora, ainda estamos no aguardo e no campo das possibilidades.

Não fazemos parte da soma, e sim, dos acréscimos.

Por um olhar a mais

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lagesCapital do Planalto Serrano, a cidade de Lages contempla, ao passar dos anos, a também passagem dos governantes em Santa Catarina. Entre os formadores de opinião, há consenso de que o direcionamento maior de grandes investimentos em projetos e os direcionamentos de aportes financeiros passam à margem da terra dos pinheirais. Visitar por visitar, nisso, as agendas mostram sobrecarga dos mais diversos líderes catarinenses de todas as esferas. Mas, tratar a região com os olhar que realmente merece, são poucos os que assim o fazem.
A indiferença, comparada com as regiões Oeste e Norte, por exemplo, é antagônica. Sobram razões. Na política dizem que o governo municipal é oposição. Mas, nisso não posso acreditar. Afinal, quem paga é a comunidade em todos os seus níveis, embora existam pingos de verdade. Notem. A BR 282 levou décadas para ser terminada na região. Na saúde, um aparelho de ressonância levou mais de dois anos para ser instalado depois de adquirido.
No quesito segurança, há mais de 15 anos existe o diagnóstico da necessidade da construção de um novo presídio. Mas, até então, trabalha-se na possibilidade de ainda adquirir uma área para a construção de um novo. As Câmeras de Monitoramento Eletrônico estão encaixotadas há cinco meses à espera da conclusão da estrutura operacional, e assim segue, com gente morrendo espancada no centro por ações de gangues; senhoras perdendo as suas bolsas em assaltos em pleno calçadão; empresários tendo as vitrines das lojas quebradas; e outros levando tiros em pleno horário comercial, e assim por diante.
E os “bonitos”, cada vez mais cheios de panca nas fotografias visando projeção para uma futura campanha política. Por favor, só é preciso entender o significado da palavra “atitude”!
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