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Oficialização, só na terça
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Novo posicionamento sobre o sucessor de Arnaldo Moraes, no ato intervencionista na Uniplac.
A decisão final ocorre somente na próxima terça-feira, em reunião com a juíza Mônica de Oliveira.
Nesta semana, alguns nomes foram apontados. Entre eles, o do secretário de Finanças, Walter Manfrói, e o de Administração, Antônio Arruda, além de Marli Nacif, João Matias e Francisco Ramos Martins.
Um deles deverá ser oficializado no comando de uma equipe consultora externa, ou seja, sem nenhum vínculo com a Instituição.
Aliás, Walter é um dos personagens entrevistados no programa Uniplac na TV, às 23 horas, desta quinta-feira e também do Paulo Chagas Ponto Net que vai ao ar, no sábado, às 13 horas, na TV Araucária.
O salvador
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O salvador da Uniplac que o colega Milton Barão se refere é o professor Geovani Broering, que formalizou nova proposta para administrar a Universidade.
A juíza Mônica de Oliveira já efetuou despacho dizendo que só vai avaliar a proposição depois que tiver concluída a análise dos relatórios que o interventor Arnaldo Moraes deve entregar no próximo dia 10 de julho.
Uniplac: perto de um ponto final
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Os pontos importantes da coletiva à imprensa sobre a intervenção na Universidade do Planalto Catarinense, na manhã desta quarta-feira, ficaram nas entrelinhas das falas.
O primeiro dos pontos, e este mais explícito, foi a explicação de que a intervenção foi na Fundação, ou seja, na parte que realmente administra tudo, e que teve como primeira medida o afastamento do presidente e demais pessoas envolvidas nela, logo no início do processo.
Na sequência houve a exposição sobre o trabalho desenvolvido até aqui pelo interventor Arnaldo Moraes e seus assessores, amplamente elogiado pelos magistrados Sílvio Orsatto e Mônica de Oliveira.
Ponto chave
Para o bom entendedor ficou evidente que o processo está na fase final. E doa a quem doer, o
pensamento agora está voltado apenas na Instituição e na manutenção dela.
O juiz Sílvio Orsatto citou que alguns ficarão bem aborrecidos com as decisões a serem tomadas, mas agora o importante é salvar a Universidade. Um claro recado a quem tem feito de tudo para impedir que o processo intervencionista tenha sucesso.
Em resumo. Arnaldo Moraes entrega o relatório final no dia 10 de julho, próximo, e a partir da exposição, a Justiça vai se pronunciar oficialmente em torno de uma decisão.
Importante dizer, que o relatório do interventor será o principal documento para qualquer deliberação judicial sobre o futuro da Universidade.
E nesse quesito, Arnaldo Moraes foi igualmente claro, afirmando que a solução passa exatamente pelas atitudes da comunidade interna, ou seja, no engajamento direto dos técnicos administrativos e professores. E é exatamente o que não vem ocorrendo.
Para encerrar, a comunidade, cedo ou tarde, vai saber quem e o que, está na contramão para impedir que a Uniplac consiga encontrar seu caminho, neste momento.








