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Pesquisa ao Senado

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Pesquisa do Instituto Mapa encomendada pelo Grupo RBS, também ouviu os eleitores sobre a preferência para o Senado.

O ex-governador Luiz Henrique da Silveira lidera com 29,9% da preferência; o também ex-governador Esperidião Amin, aparece em seguida com 19%.

Conforme o DC, novo confronto entre Luiz Henrique e Amin — que disputaram o governo do Estado em 2002 e 2006 — ainda depende das negociações para formação das coligações.

Neste caso, Esperidião afirma aceitar retirar-se da disputa em nome de uma composição que privilegie a mulher, Angela Amin, pré-candidata do PP ao governo estadual.

Cá com meus botões penso que…

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Luiz Henrique da Silveira deixou o governo convicto de que não era bem assim que queria.

Embora não tenha dito abertamente, seus olhos e sua expressão mostravam certa tristeza.

O desembarque dos Democratas, fora para ele uma derrota irremediável.

Pois, não conseguiu, apesar da sua expressiva força do diálogo e da estratégia política, conter a decisão dos parceiros, e isso vale para os seus correligionários que insistiram nas prévias para a escolha de um candidato à sucessão.

Deixou o Governo com a dura tarefa da reaglutinação, caso contrário, até mesmo seus pares estarão comprometendo o seu projeto de chegar ao senado e o de dar a continuidade do governo a alguém da sua vontade.

Dito no discurso de despedida por LHS

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Trabalhando de manhã à noite, de domingo a domingo, realizei 3.035 viagens a todos os municípios catarinenses, percorrendo 679.815 quilômetros, contados, dia a dia, pela casa militar.
Como a volta ao planeta Terra, pela linha do equador, que é a mais longa, representa uma distância de 40.075 quilômetros, realizamos, por toda Santa Catarina, o equivalente a quase dezessete voltas ao nosso planeta!
Visitamos todos os municípios, várias vezes.
Em média estivemos um pouco mais de 10 vezes, em cada um dos 293 municípios catarinenses!

Os bastidores da renúncia

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A jornalista Carla Reche enviou à imprensa lageana uma série de fotografias registrando os momentos da solenidade de renúncia de Luiz Henrique da Silveira e a posse de Leonel Pavan, na manhã desta quinta-feira, na Assembléia Legislativa, em Florianópolis.

As fotos mostram a movimentação antes do ato, justamente na chegada das autoridades na AL.

LHS: renúncia oficializada

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Governador Luiz Henrique da Silveira entregou na manhã desta quinta-feira, ao presidente da Assembléia Legislativa, o deputado Gelson Merísio (DEM), a anunciada carta de renúncia.

Na justificativa, LH afirmou que a renúncia se deve em função “da palavra assumida com o PSDB”.

Em seguida aconteceu a Sessão Solene de posse de Leonel Pavan.

Aliás, Pavan assumiu, mas deixa o cargo interinamente ao presidente da AL, em razão de uma viagem ao Japão (Tóquio) para assinar contrato de financiamento de R$ 400 milhões com Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), que deve ampliar em 80% a população atendida por rede coletora e estações de tratamento de esgoto em Santa Catarina.

Conforme Luiz Henrique, esse contrato precisa ser firmado antes do término do ano fiscal japonês, em 31 de março.

 
Íntegra da Carta de Renúncia

Senhor Presidente,

Conforme já anunciado, renuncio, nesta data, ao cargo de Governador do Estado, para o qual fui honrado, duas vezes, pelo povo catarinense. Faço-o para cumprir a palavra que dei ao PSDB e ao, então, Senador da República, Leonel Pavan. Faço-o, também, para atender ao imperativo da lei eleitoral, e para que o Governador ora empossado possa assinar, em Tókio, como titular do cargo, o contrato de financiamento de 400 milhões de reais, que ampliará para 80% a população atendida com estações de tratamento e rede coletora de esgoto.
Esse empréstimo, ofertado pela agência japonesa de desenvolvimento, JICA, precisa ser assinado antes do término do ano fiscal japonês, que se encerra no dia 31 de março.
Faço-o, também, como homenagem, a esse Poder, oferecendo a Vossa Excelência a condição de assumir a mais alta magistratura do Estado, antes do prazo de desincompatibilização.
Agradecendo aos Deputados integrantes dessa Casa, pela parceria construtiva, altiva e independente, que realizamos com esse Poder, envio as minhas mais respeitosas saudações.

Um ato final e um novo começo

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Certamente não será como queria, mas oficialmente, o governador Luiz Henrique entrega a carta-renúncia ao presidente da Assembleia Legislativa, Gelson Merísio, na manhã desta quinta-feira, às 8h30min.

Não deixa de ser um ato único, histórico, na vida de LHS.

O governador fará a entrega no gabinete da Presidência do Legislativo em companhia dos deputados da base aliada.

Luiz Henrique renuncia ao cargo para disputar uma vaga ao Senado da República.

E os tucanos de Lages vão estar prestigiando a formalidade na AL que também empossa no governo, em definitivo, o vice, Leonel Arcângelo Pavan.

Segundo Monarin, a orientação do Partido neste momento é de tranquilidade e serenidade durante o processo transitório.

 

Decisão abre caminhos

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O desembarque do Democratas do Governo do Estado ainda não foi assimilado completamente em SC.

Aumenta possibilidade da reaproximação com Amin

Há os que dizem que o Partido apenas deixam o Governo depois de ter usufruído o que pode.

Outros entendem que era a oportunidade de concretizar o projeto da majoritária nas próximas eleições ou seguir subjugado.

Fico com a segunda opção.

Assim, bem ou mal, o Partido pode traçar suas diretrizes sem nenhuma condição ou imposição de aliados.

Entendo ainda que foi uma decisão corajosa.

Por outro lado, em permanecendo no governo teria que sujeitar aos interesses de Eduardo Pinho Moreira e de Dário Berger.

De qualquer forma, há muita coisa nestes bastidores políticos que dificilmente saberemos. Pelo menos, por enquanto.

DEM: Saída do governo é aprovada

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Encontro na manhã desta segunda-feira(22) reuniu 70 líderes do Democratas.

O documento de duas páginas, aprovado por aclamação traça um breve histórico da formação da tríplice, formalmente apresenta a despedida da aliança e do governo de Santa Catarina, colocando à disposição de LHS os cerca de 30 cargos.

O senador Raimundo Colombo esclareceu que a atitude não demonstra rompimento, briga ou questionamentos.

A opção é por construir um caminho com a pretensão de consolidar projeto próprio e partir para a consolidação.

A decisão deixa clara que desta vez o DEM não abre mão de participar das eleições majoritárias, seja coligado ou com chapa pura.

Em termos de definições, nacionalmente, o Democratas ratificou, de quem em SC, dará apoio ao presidenciável do PSDB, José Serra.


CARGOS COLOCADOS À DISPOSIÇÃO
Cinco de secretários de estado:
Administração- José Nei Ascari
Agricultura- Antonio Ceron
Desenvolvimento Sustentável- Onofre Agostini
Fazenda- Antônio Gavazzoni
Articulação Nacional- Geraldo Althoff
Cinco de secretários de desenvolvimento regional:
Dionísio Cerqueira – Alcedir Casagrande
Lages – Osvaldo Uncini
Timbó – Luiz Polidoro
Videira- Natalino Lázare
Xanxerê- Ademir Gasparini
Quatro de presidentes/diretores empresas de sociedade mista, autarquias e fundações:
Ciasc – Hugo Cesar Hoeschl
Fatma – Murilo Flores
Fesporte – Carioni Pavanello
SC Gás – Ivan Ranzolin
(O presidente da SC Gás optou por deixar o partido e não o cargo que está sendo devolvido pelo partido)
Mais 13 de diretores e gerentes, distribuídos em diversos setores do governo.

O teor da carta

O Diretório Estadual do Democratas hoje reunido, analisou o próximo quadro sucessório e assim se manifesta, para ao final resolver:

  1. Em 2006 foi formada a denominada “poli-aliança” em Santa Catarina ,visando apoiar Geraldo Alckmin (PSDB) e José Jorge (PFL atual DEM) para Presidente e vice, Luiz Henrique da Silveira (PMDB) e Leonel Pavan (PSDB) para Governador e vice, e Raimundo Colombo (PFL atual DEM) para o senado;
  1. A coligação formada foi, em todos os níveis, amplamente vitoriosa em Santa Catarina e como conseqüência o DEM passou a integrar a administração estadual, bem como a respaldar os projetos constantes do plano de governo, através de sua bancada na Assembléia Legislativa;
  1. Em 2009, por iniciativa e liderança do Governador Luis Henrique, os três maiores partidos da “polialiança” e os quatro postulantes a uma candidatura comum a Governador passaram a se reunir, ficando decidido que se não fosse conseguido o consenso, no início de 2010 seria fixado um critério para que a escolha recaísse naquele que viesse a ter as melhores condições de vitória, daí se definindo a chapa majoritária;
  1. Terminado o ano sem que fosse alcançado o almejado consenso, aguardou o DEM que fossem estabelecidos prazo e critério para escolha do melhor candidato, com todos os postulantes e partidos interessados conhecedores do fato de que em todas as pesquisas, públicas e reservadas, sempre o Senador Raimundo Colombo esteve com boa margem à frente dos demais postulantes;
  1. No mês de março, o PMDB resolveu marcar prévias para escolher seu candidato a Governador, e o PSDB, consultado, não se dispôs a definir desde logo a sua posição;
  1. Diante das circunstâncias criadas sem a participação e a concordância do DEM, o partido resolve:

Resolução

  1. Reiterar o reconhecimento dos resultados positivos do Governo Luis Henrique, para os quais colaborou incansavelmente, ocupando cargos de destacada responsabilidade;
  1. Se afastar dos quadros dirigentes da administração estadual, para imediatamente, iniciar a caminhada que levará ao Governo do Estado nosso líder Raimundo Colombo;
  1. Afirmar o apoio legislativo futuro a todas as medidas que favorecerem o povo catarinense;
  1. Ratificar o apoio à candidatura a Presidente do Governador José Serra, único capaz de recuperar a ética e a eficiência na administração federal, pondo fim à discriminação que vem sofrendo o Estado de Santa Catarina;
  1. Manifestar que está aberto ao diálogo com os partidos que desejarem compor uma coligação para apoiar Raimundo Colombo para Governador e José Serra para Presidente.

Florianópolis, 22 de março de 2010

Democratas: decisão tomada

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Florianópolis – A decisão do Democratas em deixar o governo de Luiz Henrique, está formatada.

A manhã desta segunda-feira foi de discussões amplas e não tem volta.

À tarde, o documento do desembarque será entregue ao Governador, pelo senador Raimundo Colombo (foto).

Quanto ao vice, Pavan, este deve assumir o governo talvez antes do dia 3 de abril.

No entanto, ainda não deu posição ao Raimundo sobre seu futuro: se anuncia ou renuncia à candidatura ao governo.

Essa questão se soma à decisão do Democratas, que agora sente-se livre para abertamente seguir conversando com todas as demais siglas simpatizantes, inclusive, o próprio, PMDB e o PSDB.

O fato é marcante diante da novidade que foi a formação da tríplice aliança, neste governo.

Campo político esquenta

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Neste meio todos estão vivendo uma das maiores incógnitas, principalmente, no tocante ao futuro da tríplice aliança.

Nesta próxima segunda-feira, o senador João Raimundo Colombo (DEM) comanda em Florianópolis uma reunião estadual entre os Democratas.

O assunto, obviamente, terá como rumo o pensamento do partido com relação à permanência ou não no Governo do Estado.

Entre as análises, com certeza, estará o acordo prévio feito pelas lideranças da tríplice, de as pesquisas indicariam o candidato ao Governo do Estado e que não está sendo levado em conta.

Por outro lado, apesar do quadro nebuloso, Colombo mantém otimismo com as pesquisas quanto a aceitação do seu nome em todo o Estado.

Portanto, não será nenhuma surpresa se o Democratas declarar que está fora da polialiança, com desembarque imediato.

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