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Pelo andar da carroagem

PMDB parece estar mesmo convicto do que quer.

Encontro foi no escritório de Neuto de Conto, em Fpólis.

Demonstração neste sentido foi novamente dada após encontro entre os pré-candidatos Eduardo Pinho Moreira e Dário Berger, na Capital, com outras lideranças fortes do partido, nesta segunda-feira.
Pelo pensamento apresentado de Moreira, afirmando que há um sentimento generalizado em todo Estado para que o PMDB tenha candidatura própria ao governo, fica também cada vez maior a impressão de que os demais parceiros (DEM e PSDB) não contam mais.
A prévia interna para apontar um dos nomes, dia 27 de março continua agendada. 

Êxito

Eduardo Pinho Moreira (foto) considera o governo de LHS exitoso, e por esta razão entende que o PMDB deve manter-se à frente e com as rédeas na mão.

Não se percebe na sua visão de que se há êxito, o mesmo não foi construído sem a participação do PSDB e do Democratas.
Para encerrar o assunto, os bastidores têm reflexos ocultos e que não podem ser dispensados da análise.
O que quero dizer é de que o governador Luiz Henrique da Silveira está muito próximo de transmitir o bastão do Executivo para Leonel Pavan e deve por um fim no “carnaval de ofertas” dentro da orla peemedebista, consolidando a possível chapa de consenso, com o senador João Raimundo Colombo (DEM) na cabeça, para vice, Dário Berger ou Eduardo Pinho Moreira, e ele, Luiz Henrique, fechando a majoritária com candidato ao Senado.
Este é fechamento que tem ganhado força, principalmente nas correntes que não querem ver o fim da tríplice.

Caminhos complexos

Na semana passada reunião envolvendo as lideranças da tríplice aliança davam conta de uma proposta de unidade e continuidade da parceria entre os partidos do PMDB, DEM e PSDB.
No entanto, a reunião desta segunda-feira do PMDB, definiu a pré-convenção do partido para a escolha de candidato ao governo. Numa reunião falam uma coisa, e noutra as conversas são bem diferentes.
Fica a real impressão de que os comandados de Luiz Henrique da Silveira não dependem de ninguém.
Acreditam piamente que o Governo teve uma administração exitosa, mas não levam em conta a participação dos demais partidos que compõem a coesão vencedora em 2006.
A oposição torce para que isso realmente aconteça, e na divisão de interesses possam ter campo aberto.
Democraticamente, o PMDB tem todo o direito de fazer o que bem entender.
 O partido apenas não mede as consequências da divisão e da possibilidade de a aliança acontecer, mas com outros anéis e outros dedos.

Tríplice mais fortalecida

Reunião entre os presidentes dos partidos que compõem a Tríplice Aliança, na tarde desta quarta-feira, em Florianópolis, pelo que se comenta, foi produtiva.
O encontro avançou na troca de termos quanto aos rumos da coligação para o pleito de outubro.
Os três líderes, João Raimundo Colombo (DEM), Eduardo Pinho Moreira (PMDB) e Marco Tebaldi (PSDB) demonstraram o máximo interesse na unidade da aliança.
Eles têm consciência que nos últimos meses não houve tanta convivência e citam como razões assuntos mais urgentes como o caso de Pavan que tramita na Justiça.
No entanto, eles saíram do encontro com a certeza que serão mais fortes se permanecerem unidos.
E para confirmar a aproximação, definiram um novo encontro para o mês de março, juntamente com os demais dirigentes e as bancadas federais e estaduais.
Pelo que entendi, em março vão sacramentar a posição dos nomes dos candidatos ao governo.

Estratégia da tríplice

Os líderes que compõem a tríplice aliança se reúnem nesta quarta-feira para discutir exatamente o tema das eleições majoritárias de outubro.
Na mesma mesa, estarão o senador João Raimundo Colombo (DEM), que é também o presidente do Democratas em SC; o presidente do PMDB, Pinho Moreira, e o presidente do PSDB, Marco Tebaldi, além é claro do governador Luiz Henrique da Silveira, entre outras lideranças fundamentais no processo.
Espera-se desta nova reunião, uma definição estratégica visando o fortalecimento da tríplice aliança.

Primeiro turno

O senador João Raimundo Colombo acredita que é hora de começar a trabalhar no projeto eleitoral de maneira conjunta, em equipe, incluindo as lideranças do PPS e do PTB, entre outros partidos.
Nesse contexto, Colombo defende que as alianças sejam formalizadas já para o primeiro turno das eleições, uma vez que em nível nacional haverá bipolarização entre o candidato do governo e o da oposição, com influência direta nos estados.
Na tese de Raimundo, a aliança tem que ser no primeiro turno porque se faz a campanha junto, conhece as pessoas, forma uma equipe que se consolida de maneira mais compromissada com os eleitores.
Ele ressalta que uma aliança no segundo turno acaba sendo um arranjo, um entendimento de interesses. Exatamente isso que acontece.

Aceleração

Ainda não se sabe o desfecho para o pleito próximo, mas as estratégicas estão sendo colocadas por todos os pretendentes a sentarem da cadeira do Governo.
Concordo com o posicionamento de Raimundo Colombo, de que o ano começou com forte encaminhamento em torno dos futuros candidatos ao governo.
É caso do nome dele, da deputada federal Ângela Amin, da senadora Ideli Salvatti, e também de Eduardo Pinho Moreira.
Outra preocupação da tríplice é ajustar o projeto e garantir também apoio à pré-candidatura do então governador, ao Senado.
Sem a tríplice aglutinada, o projeto pode estar comprometido.

Não deixa de ser complexo

São realmente complexas as indefinições no atual momento, envolvendo a tríplice aliança.
Há quem se posicione na aglutinação dos partidos rapidamente, para o enfrentamento nas urnas, juntos, já no primeiro turno.
E há também os que sugerem a disputa de forma isolada, e depois, juntarem forças no segundo turno.

valdircolatto

Deputado Federal Valdir Colatto quer PMDB com candidato próprio

É o caso da proposta do deputado federal Valdir Colatto, que sugere, inclusive, que Herneus de Nadal componha a chapa como vice de Eduardo Pinho Moreira. Obviamente, não deixa de ser uma opção.

Meu ponto de vista

Porém, no meu modo de pensar, a aliança a ser deixada para um segundo turno, pode levar a outros caminhos.
Qualquer passo em falso durante a campanha poderia desconfigurar o processo lá na frente.
Afinal, o embate entre os candidatos será inevitável. Sem contar a margem de argumentos a ser dada aos da oposição.
Resta aguardar os acontecimentos, sempre imaginando que eles sabem o que fazem.

Perto da definição

Tenho acompanhado o trabalho do senador João Raimundo Colombo (DEM), e obtido dele informações sobre o que pensa do atual processo sucessório ao governo.

Acolombo

Colombo está convicto do que quer e deve fazer

Antes da viagem aos Estados Unidos, na semana passada, ele deixou claro que após o retorno, lá pelo dia 16, deve trabalhar conforme o quadro se apresenta, ou seja, com a real possibilidade de ele ser definido oficialmente, desde já, o futuro candidato da tríplice aliança e obter, provavelmente, a indicação de Eduardo Pinho Moreira (PMDB), na condição de vice.
Aliás, nos bastidores, dizem, é o desejo de Luiz Henrique da Silveira.

Composição

Formadores de opinião de Santa Catarina têm sacramentado cada vez mais a tese de que não há mais como a tríplice aliança deixar de lado a composição das candidaturas ao governo em 2010 com a presença do senador João Raimundo Colombo (DEM) na cabeça e Eduardo Pinho Moreira (PMDB), de vice.

Eduardo Moreira

Colombo25
Além disso, contando ainda com o apoio das lideranças do PSDB, e dando assim, palanque a José Serra à Presidência da República em Santa Catarina.
É que se desenha e o que deve ser configurado antes de iniciar a campanha.

Convenção do PMDB

Convenção Estadual do PMDB, sábado (12), em Florianópolis ratificou a pré-candidatura de Roberto Requião, do Paraná, à presidência da República pelo Partido.

Convenção PMDB

Na ocasião também ficou fortalecida a candidatura do governador Luiz Henrique da Silveira ao senado.

Por outro lado, Eduardo Pinho Moreira recebeu mais destaque pela presidência da Executiva Estadual do que pela pré-candidatura ao governo, embora fosse também mencionado como candidato em 2010.

Além de outras lideranças fortes do PMDB, como Requião e o senador Pedro Simon (RS), o senador João Raimundo Colombo (DEM), também prestigiou o evento como convidado e foi muito bem recebido.

Sulinos oficializam Requião

Os três presidentes estaduais do PMDB do Sul, Pedro Simon (RS), Eduardo Moreira (SC) e Waldir Pugliesi (PR) oficializaram, através de protocolo no Diretório Nacional do PMDB, em Brasília, a carta de intenção da candidatura à Presidência da República do governador do Paraná, Roberto Requião.
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O pré-candidato agora pretende consolidar a candidatura buscando apoio de outros líderes estaduais.
No dia 12 de dezembro, Requião deverá estar presente na convenção estadual do PMDB, em Florianópolis.