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PMDB segue pressionando por cargos

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Executiva estadual do PMDB ainda se contorce em torno das costuras para ocupação de espaço no governo de Raimundo Colombo.

Executiva do PMDB durante reunião segunda-feira, em Florianópolis.

Na segunda-feira que passou, diversos líderes, incluindo Eduardo Pinho Moreira discutiram o assunto.

O PMDB entende que precisa conversar com o governador para as nomeações dos cargos comissionados e funções gratificadas, além da divisão das Secretarias Regionais.

O partido trabalha na projeção de ter de 14 a 16 das 36 secretarias. O DEM ficaria com 8, o PSDB com 10, e o PPS  e o PTB cada um com uma.

Cargos junto à Secretaria de Educação seguem na mira do partido. Eles temem uma limpa que pode ser promovida pelo novo Secretário.

Por fim, o Partido quer trabalhar de forma conjunta. Não quer ninguém articulando junto ao Governo de forma isolada.

Dá-lhe pressão!

No campo das hipóteses

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Caso realmente a Justiça oficialize as vagas dos suplentes como sendo dos partidos, a cidade do governador Raimundo Colombo, Lages, será a primeira a sair perdendo.

É que a segunda suplente da coligação na esfera federal, Carmem Zanotto (PPS), perde a chance de se tornar deputada com a saída dos parlamentares que hoje integram o colegiado do Governo.

Aliás, seria a única representante da Serra Catarinense no Congresso.

Então, já que “briga” entra no mérito do partido, não duvidem numa reviravolta no secretariado.

João Rodrigues (DEM), estrategicamente já está ocupando a cadeira na Câmara dos Deputados.

Chapecó: estratégia a la Caramori

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Não há como deixar de considerar o ingresso de pepistas na Administração de Caramori, em Chapecó, como forte indicativo da soma de forças visando o pleito de 2012. Absolutamente normal.

Aproximação prestigiada pelos deputados, Gelson Merísio, Reno Caramori e Joarez Ponticelli

Por certo, leva-se em conta ainda o histórico antigo desses dois partidos que por muitos anos comungaram parcerias de sucesso no Estado.

Em Lages, a aproximação do DEM com o PP também é sentida.

Para muitos é tida como certa a reconciliação, visando também as próximas eleições.

De resto, a reforma administrativa de Chapecó segue os preceitos igualmente normais, levando-se em conta o fortalecimento da nova parceria partidária, e que, aliás, foi altamente prestigiada.

Colombo no PMDB

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Fervem os comentários sobre a possibilidade de o governador João Raimundo Colombo (DEM), peregrinar para o PMDB ou outro partido como o PSB.

A conversa não é de hoje. Vem de longa data sob a ventilação sigilosa e articulista de Luiz Henrique da Silveira, agora compassada também pelo vice-presidente da República, Michel Temer, além de outros nomes da própria sigla no Brasil, caso do prefeito de São Paulo, de Gilberto Kassab e até mesmo de outras forças de Santa Catarina.

A questão tem ganhado corpo nos bastidores da política nacional por razões internas no Democratas, ainda não totalmente esclarecidas.

Por hora, justificadas pelas derrotas nacionais nas últimas eleições e de que o Partido ruma para a extinção, embora tenha visível crescimento em Santa Catarina.

Colombo, embora não fuja do assunto, prefere desviar dele dizendo-se preocupado com as ações do governo, e diz que não tem razões para deixar o partido, mesmo com desgastes.

No entanto, as discussões avançam e podem ter um desfecho, ainda em março quando acontece a convenção nacional demista.

PP ingressa na administração de Chapecó

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Aproximação entre democratas e pepistas começa a se concretizar no Estado.

Em Chapecó, por exemplo, o governo tem o democrata José Claudio Caramori na Prefeitura, anuncia nesta sexta-feira durante coletiva à imprensa a segunda etapa da reforma administrativa com o ingresso do PP na Administração e mudanças no secretariado.

Dia de posses dos deputados e senadores

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Nova Câmara, que terá 46% de renovação, tomou posse nesta terça-feira pela manhã, sendo que 12% dos deputados são estreantes na política.

Grande parte dos parlamentares são profissionais das áreas do Direito, Saúde e Educação.

Dentro do quadro de oposição estão 111 deputados. Aliados do governo, 307. E, 95 são considerados independentes.

São 233 novatos e 280 reeleitos.

Santa Catarina tem 16 deputados federais e o PMDB terá a maior bancada, com cinco representantes eleitos.

Relembre quem foram os eleitos pela ordem dos mais votados em SC:

Mauro Mariane do PMDB

Paulo Bornhausen (DEM)

João Rodrigues (DEM)

Jorginho Mello (PSDB)

Peninha (PMDB)

Marco Tebaldi (PSDB)

Edinho Bez (PMDB)

Celso Maldaner (PMDB)

Onofre Agustini (DEM)

Ronaldo Benedet (PMDB)

Décio Lima (PT)

Pedro Uczai (PT)

Jorge Boeira (PT)

Luci Choinacki(PT)

Esperidião Amin (PP)

Odacir Zonta (PP)


E numa outra situação…

O deputado Gervásio Silva (PSDB) busca na justiça o direito à vaga de suplente do partido e não da coligação. Ele requer a vaga deixada por Marco Tebaldi, convidado para ser o secretário de Educação no governo de Raimundo Colombo.

Entre os Democratas a situação é a mesma. Dois deputados, Romanna Remor e Jovino Cardoso, exigem que as vagas sejam ocupadas por deminstas e não por suplentes da coligação.

As vagas são de Paulo Bornhausen e João Rodrigues que assumem secretarias no governo Colombo.

E a coisa anda assim: o presidente em exercício do DEM, João Paulo Kleinünbing, disse que partido vai lutar pelas vagas de suplente dos deputados federais, inclusive, se preciso for vai entrar com mandato de segurança.

Caso haja mudança na regra da convocação dos suplentes, quem perde nessa nova conta é o PMDB e o PPS: os suplentes da coligação Carmen Zanotto (PPS, Valdir Colatto (PMDB) e Gean Loureiro vereador em Florianópolis não assumiriam as vagas em Brasília.

Para a Lages e a Serra Catarinense é prejuízo certo, pois não conseguiram eleger nenhum representante, e contam apenas com Carmem Zanotto que ficou na segunda suplência da coligação.


Por fim, os senadores catarinenses…

Tranquilos mesmo os três senadores que tomaram posse neste dia 1º e vão compor a 54ª legislatura do Senado Federal.

Por Santa Catarina, os representantes serão Casildo Maldaner (D) e Luiz Henrique da Silveira (C), pelo PMDB, e Paulo Bauer, pelo PSDB.

A informação que nos chega é de que apesar de, em nível nacional, os partidos estarem em campos políticos opostos, os senadores catarinenses vão trabalhar unidos por Santa Catarina.

Seguindo a “simetria”

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Durante o governo de LHS o PMDB de São Joaquim defendia  sob a razão inicial de que o entrosamento região-governo estadual impunha a simetria partidária.

Solange (PMDB) é atual Secretária

O argumento agora ainda serve, mas na visão dos demais partidos que compõem a aliança, há necessidade de uma nova adequação à indicação do futuro Secretário.

Uma carta foi enviada ao governador Raimundo Colombo para que ele avalie o princípio democrático e, desta vez, indique qualquer pessoa das demais siglas, menos do PMDB, que há oito anos ocupa a Pasta.

Caso seja mantido o nome de Solange Pagani ou qualquer outro ligado ao PMDB, tudo indica que em São Joaquim, desde já, fica criado um clima de desacordo entre as bases aliadas.

A vez primeira

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Pela primeira vez Raimundo Colombo pisou em solo lageano como governador de Santa Catarina.

Ele foi recepcionado na manhã deste sábado no Aeroporto em Lages pelo secretario regional interino, Juarez Mattos, e mais algumas autoridades locais, e em seguida se dirigiu para Santa Isabel, em São Joaquim.

Este é também o primeiro ato oficial na região.

O governador chegou acompanhado do senador Luiz Henrique da Silveira e de alguns assessores.

O retorno para Florianópolis está previsto para às 14 horas.

Transmissão do cargo: o segundo ato

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No Teatro Pedro Ivo Campos, diferentemente do ato de posse na Assembleia Legislativa, o acréscimo do longo relato dos feitos do governador que hora deixava o cargo Leonel Pavan, as demais falas, deram um tom alongado ao cerimonial.

Pavan iniciou falando em honra e orgulho em governar SC, e depois se estendeu ao relato do seu governo, cintando inclusive, o investimento em mais de R$ 1 bi, em mais de mil obras.

Garantiu que deixou ao novo governo, uma herança bendita com recursos para dar prosseguimento aos investimentos.

O detalhamento do restante de seus feitos ou da prestação de contas torna-se impossível aqui postar.

Raimundo por sua vez creditou algo mais em suas palavras, assimilando os detalhamentos ditos por Pavan, como ensinamento para governar.

Reconheceu o trabalho de Pavan que o antecedeu desejando sucesso.

Aliás, Raimundo foi extremamente sucinto na despedida até a condução de Leonel Pavan à saída do Teatro, retornando ao palco para a posse dos secretários e os cumprimentos.

Na segunda-feira, começa efetivamente o trabalho do novo governo com o principal colegiado já formado e empossado.

Orgulho e esperança

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O primeiro dia de 2011 se caracteriza não apenas pela história que se faz pela posse do lageano João Raimundo Colombo, no mais alto posto em Santa Catarina, mas pela expctativa que o povo deposita nele.

Não há como distanciar a comunidade serrana deste novo cenário político. Ela, mais do que nunca, vê no seu filho a chance de uma nova dimensão em todos os campos.

Mas, numa em especial, coloca a responsabilidade de Raimundo bem mais aflorada: na esperança.

Dessa forma, hoje então, estará consignado o seu caminho, que espero, seja de prospecção, a mesma que o levou à vitória ainda no primeiro turno de forma surpreendente.

A terra das “lagens”, já tem observado com curiosidade aguçada cada ato já tomado, e os que daqui para frente, como Governador do Estado de Santa Catarina vão ser protagonizados.

O que eu gostaria de ver

Eu, particularmente, neste 2011, gostaria de ver acertos em todos os lados. Ver Raimundo e Renatinho, juntos, abraçados num projeto desenvolvimentistas com o pensamento voltado para o seu povo.

Ambos, queiram ou não, são gente nossa; são do mesmo chão; e não devem mais trilhar propostas antagônicas que desvinculem o interesse mútuo do seu povo.

Que a aproximação se consolide ainda neste sábado, dia primeiro, no cenário da posse do Governador, num aperto de mão simbólico, mas ao mesmo tempo convincente.

É precisa quem ambos compreendam que agora não precisam mais divergir na visão de vencedor ou vencido, mas de amigos do passado que juntos construíram parte da Lages que nós vivemos, mas que agora com poderes ampliados terão mais chance de dar a seu povo um futuro ainda melhor.

Portanto, Raimundo e Renato, ao se abraçarem, o que acredito que o façam logo mais, estarão abraçando a nossa mais vil esperança da união de suas forças, e que, assim, teremos também muito mais a crer nas sabedorias de suas lideranças, de que Lages e a Serra Catarinense estará focada por um único olhar de favorecimento rumo ao que mais acreditamos: a retomada do crescimento.

Por fim, a posse de Raimundo como Governador, enche de orgulho os mais de 80% dos lageanos que lhe estenderam a confiança do voto.

Cabe a todos, acreditar nele, a partir da mesma confiança depositada também pelo povo catarinense.

Sucesso, Governador!

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