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Avanço ao comprometimento com a cultura
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É assim que considero a proposta feita pela Comissão Provisória da Cultura, de Lages, em criar um Fórum Permanente de Cultura.
A reunião prevista para esta segunda-feira, dia 24 de maio, na sede da Fundação Cultural, às 7 da noite, pretende encaminhar a minuta de uma nova legislação do Conselho Municipal de Cultura para Lages.
Além disso, eleger sete representantes da sociedade civil para ocupar as cadeiras do Conselho.
O convite é extensivo a todas as entidades formais e não formais, artistas, produtores, pesquisadores e trabalhadores e geral da cultura da cidade. Méritos!
Apoio à cultura
0O SESC apresenta a partir de terça-feira (6) uma bela programação do projeto MOSTRA PALCO GIRATÓRIO – ALDEIA DA GRALHA AZUL.
Teatro de Rua: foto ilustrativa
As apresentações encerram dia 12, e todas com entrada franca:
Dia 6 – Espetáculo “Psicose” – às 20 horas;
Dia 7 – Filme “O Pequeno Narigudo” – às 10 e às 15 horas, e às 20 horas a peça “Praga de Mãe”;
Dia 8 – filme “Kirikú e a Feiticeira”, sessões às 10 e às 15 horas, e à noite, às 20 horas, espetáculo teatral “Ele Precisa Começar”;
Dia 9 – Filme “As Aventuras de Azur e Asmar”, às 10 e às 15 horas, e às 20 horas, Contação de Histórias “Causos da Serra”;
Dia 10 – a partir da 9 horas Maratona de Teatro de Rua: “Alma Jagunça”, “Meri-Bonecos de Pano” e “Causos da Serra”, no Calçadão da Praça João Costa, e das 14 às 22 horas, oficina “Manipulação no Teatro de Animação”, no SESC;
Dia 11 – Às 20 horas, Teatro de Bonecos com o espetáculo “Zero”;
Dia 12 – Às 20 horas, música com a “Banda Flor da Noite”.
Mais detalhes: SESC Lages.
Dança em Fragmentos no Marajoara
0A Ápis – Escola de Movimento apresenta sábado, 20h30min, no Teatro Marajoara:
“Dança em Fragmentos”, do clássico ao contemporâneo.
No palco, mais de 20 alunos, de 3 a 36 anos, que interpretarão 11 coreografias.
O amigo jornalista Edson Marcondes é o único homem do grupo a interpretar uma coreografia contemporânea e a de encerramento.
Ingresso valor simbólico de R$ 5,00.
Observo que:
0Na Caxias
A Avenida Duque de Caxias, em que pesem seus problemas ainda não resolvidos, piora na medida em que as providências que já foram tomadas não estão sendo cumpridas, em especial, a proibição de estacionamentos de veículos.
Basta passar por lá, a qualquer momento do dia e observar o número de automóveis parados em pontos proibidos como se nada tivesse de anormal. Quando digo que a cultura de muitos é resistente às mudanças, os que deveriam ouvir nada fazem ou respondem com atitudes.
Nas faixas
Sob o mesmo ângulo da consciência, segue o martírio de pedestres para atravessar ruas, mesmo com o pé sobre a faixa de segurança, que deveria ser o símbolo da educação do trânsito. Não. Nada mais do que uma ignorada listra branca estendida no chão, visualizada, mas não valorizada.
Claro, o pedestre também não é cumpridor do espaço que lhe cabe. No entanto, a falta de ações deixa todos com suas culpas e ignorâncias como se assim devesse permanecer, e que por mais que se faça, jamais vão aprender. É um trabalho que requer apenas vontade e persistência.
O reflexo
A falta de cultura, não a da arte expressa, mas a que leva à educação, ao comportamento, à consciência. Tudo isto está intrinsecamente ligado ao turismo. É preciso também que tudo seja pensado.
Quando Lages se propõe a trabalhar num setor que precisa de organização e não tem ainda a experiência necessária, e sabe-se, que vai levar muito tempo, esquece-se a necessidade cultural, a qual deve estar muito ligada em todos os segmentos, ou seja, em bares, restaurantes, nas ruas, nas escolas, por fim, na maneira de cada um agir.
É preciso incorporar um sentimento diferenciado para que o turista perceba, sinta, a partir do mínimo contato com quem quer que seja. Talvez seja hora de aprender a arte do orgulho de ser lageano ou serrano.
Mudar a cultura
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Enquanto diversos entendidos discutem sobre as razões da não realização do Festival de Teatro em Lages, poucos avaliam o que poderia ter sido feito ao longo de tantos anos, para estabelecer vida própria ao evento, tendo apenas a parceria do município, e não, a total sustentação do projeto.
Entendo que até para termos eventos culturais nessa terra, é preciso mudar conceitos, culturas, quebrar paradigmas. Impressiona o quanto há dependência do Poder Público. Sem isso, nada se faz. A comunidade lageana precisa, de uma vez por todas, trabalhar também com iniciativas próprias.
São poucos os exemplos das realizações tomadas nesse sentido, e que recebem apenas a contrapartida motivadora do Município. Mas, isso somente tem sido visto no meio empresarial. Nos bairros, associações e demais entidades ainda não têm força ou criatividade suficiente para trabalhar na construção de seus projetos, sem que a Prefeitura garanta 100% de aporte financeiro e a estrutura operacional, através das secretarias.
Por outro lado, enquanto os vereadores organizam-se para debater em Plenário sobre a não realização do Fetel, deveriam também mostrar à população como agir em busca de incentivos e apoios, na criação de projetos culturais e encontrar outras formas de subsídios ou outras fontes. Não. Fica sempre mais fácil cobrar e agredir o Executivo, e tentar tirar leite de uma única teta.
Música no SESC
0Blog abre espaço para a cultura:
Nesta quinta-feira (25) o Sesc apresenta o projeto Pixinguinha: Felixfônica.
Clique no convite e pronto. Está convidado.












