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Boulevard dá notícias
0Assessoria de imprensa do Boulevard Lages Shopping dá notícias a respeito do empreendimento que está sendo construído às margens da BR 282.
Conforme as informações, nesta sexta-feira começaram a chegar inúmeras carretas transportando tubos de concreto que serão utilizados no sistema de drenagem.
Já no início da próxima semana o sistema de drenagem deve começar a ser instalado.
São indicativos de que a obra avança.
Festa do Pinhão: Fecomércio divulga pesquisa
0Interessante a pesquisa de opinião pública que a Federação do Comércio de Santa Catarina realizou entre os dias 22 e 27 de junho, com empresários e turistas, a respeito do impacto econômico da 23ª Festa Nacional do Pinhão, no comércio local.
A apresentação dos dados aconteceu na manhã desta quinta-feira, em Lages, na Pousada do SSC.
A margem de erro da pesquisa é de 3%. Foram entrevistados no Parque Conta Dinheiro 1.123 turistas, de 18 a 59 anos, sendo que 90% destes vieram de outras cidades do estado catarinense.
Pouco mais de 6% eram dos estados vizinhos Paraná e Rio Grande do Sul.
Apenas um quarto dos entrevistados veio pela primeira vez à Festa.
O diagnóstico
A partir dos dados, isto significa que o evento a já faz parte da cultura popular e já está consolidada dentro do Estado.
Outros dados apontaram que o principal meio de transporte utilizado pelas pessoas para chegar a Lages foram as excursões.
Além disso, a maioria dos visitantes, 79,2%, não pernoitou na cidade.
Sobre o comércio
Os 80% dos entrevistados não utilizaram o comércio, mas os que estiveram no comércio disseram que o atendimento foi bom.
Neste ano, 83% dos 203 empresários que participaram da entrevista não contrataram funcionários temporários.
Dado que chama muito a atenção é o de que, para 66,6% das empresas de Lages, não houve aumento ou até mesmo ocorreu uma queda no faturamento em 2011, isso comparado à festa de 2010.
Quanto à Festa
A opinião de que o modelo da festa precisa ser repensado foi unânime, inclusive, foi exposto pelo Secretário de Turismo, Mário Hoeller, que diz que o evento se tornou uma festa de shows.
Ouvi a entrevista do diretor executivo da Fecomércio, Marcos Arzua. Segundo ele o evento de um modo geral foi muito bom.
Disse ainda que a Fecomércio quer ser parceira e tornar o evento conhecido além de Santa Catarina e ajudar na divulgação transformando numa Festa de cunho até internacional.
(Informações e fotos: Taina Borges)
Reunião decide
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Nesta segunda-feira reunião entre sindicato laboral e patronal discutem sobre a abertura ou não do comércio em Lages, na quinta-feira (3) feriado santo.
A prefeitura e a SDR estarão representadas na discussão.
Ao meu modo de pensar, apenas uma decisão pode sair do encontro: a da liberação da abertura do comércio para quem quiser, desde que respeitadas as leis trabalhistas.
Não dá para entender o posicionamento de “impasse”.
Como já afirmei neste espaço, Lages tem um evento anual, com a grandeza que todos já sabem, e ainda se discute, na 22ª edição se abre ou não o comércio, num único dia, e que, também pode conciliar a celebração religiosa transformando em dois grandes atrativos aos visitantes.
Opinião: Luciano Hang
0Diretor-presidente da Havan, Luciano Hang
Um desafio de ser empresário no Brasil é submeter-se a uma legislação que pende contra quem quer trabalhar. Nesta semana, por exemplo, teremos o feriado de 1º de maio, um sábado, em que a maioria dos consumidores se programa para fazer compras em família.
Em quase todas as cidades catarinenses os consumidores encontrarão as portas fechadas. O comércio fica impedido de abrir e atender ao consumidor, em cumprimento a uma legislação que, em pleno século 21, continua calcada em princípios e valores que deixaram de ser relevantes para a sociedade.
Tradição, costumes, religião e a opinião do “sempre foi assim” não podem conflitar com os interesses econômicos – fundamentais nos tempos modernos – e a necessidade de se movimentar a do desenvolvimento, a geração de empregos e a credibilidade do País.
O Brasil evoluiu e com ele as pessoas e as relações entre capital e trabalho. As pessoas querem ter respeitado seu direito de escolha. Poder trabalhar e escolher quando folgar. Escolher quando e onde comprar, qualquer dia da semana ou do ano.
O mesmo objetivo têm os empresários, que pagam impostos, geram emprego, trazem investimentos e contribuem para o desenvolvimento do País, mas não têm a liberdade para conduzir o próprio negócio e estabelecer as regras de relacionamento com seus empregados.
Eu me pergunto, por que apenas no comércio uma minoria decide quando abrir ou fechar as empresas? Ninguém impede outros setores de trabalhar. Os que combatem o comércio aos domingos e feriados não se importam de ir a restaurantes, farmácias, hospitais, postos de gasolina, panificadoras e outros comércios e serviços nestes dias.
Há pessoas trabalhando nestes locais também. E trabalham porque querem, porque gostam do que fazem e porque sabem que o seu trabalho é essencial para alguém. O mesmo acontece no comércio. O mesmo acontece na Havan, onde os funcionários querem trabalhar, porque gostam e porque a empresa oferece remuneração e compensação de horas vantajosas para beneficiá-los.
Neste País são reservadas muito mais obrigações do que direitos a quem trabalha e produz, seja patrão ou empregado. Este sistema desconhece a parceria ganha-ganha e ignora o fato de que patrões e empregados podem se sentir a vontade para negociar entre si, conforme seus interesses e baseados em justiça, como devem ser as relações modernas.
Luciano Hang
Empresário, diretor-presidente da Havan
Boa notícia
0Santa Catarina gerou 1.121 novos postos de trabalho celetistas no mês de junho.
É o que demonstra o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (16) pela Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST), através do Sistema Nacional de Emprego (Sine/SC).
O setor de Comércio é o principal responsável por este número (776), seguido pelo Serviço (669) e pela Construção Civil (449).
Horário especial do comércio
0A Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) divulgou nota sugerindo o horário especial do comércio durante a 21ª Festa Nacional do Pinhão. Segundo informações, os lojistas esperam um aumento na venda nestes dias, pois a cidade recebe milhares de turistas.
Horário sugerido para 21ª Festa Nacional do Pinhão:
Dia 05/06 – sexta-feira- até às 20h
Dia 06/06 – sábado até às 17h
Dia 10/06 – quarta -feira até às 20h
Dia 11/06 – quinta -feira das 14h às 19h (feriado)
Dia 12/06 – sexta-feira- até às 20h
Dia 13/06 – sábado- até às 17h












