Nas diversas opiniões políticas há muita mistura com o projeto do Governo envolvendo a tríplice aliança com os planos municipais.

ntendo que um caso não tem nada a ver com o outro. Pelo menos por hora. O ajuste estadual não vai ser mexido, não antes das eleições municipais.

Localmente, os partidos têm referências pessoais e será assim que cuidarão dos acordos visando o pleito de 2012.

É preciso entender os critérios locais sem intervenção da esfera estadual. Se, mais adiante a tríplice se desmantelar, a configuração deverá passar por novas avalições e principalmente negociações.

Observa-se, porém, que ao fim do atual governo, caso persistam as informações de que o PMDB não abre mão lançar candidatura própria, o acordo “trilpliciano” estará mesmo em retalhos.

No entanto, desde já surgem possibilidades de outros condicionantes que poderão reviver velhas, mas não esquecidas parcerias.