Amigo Marco Cordeiro descobriu os feitos de mais um ilustre lageano, e que atualmente é um dos principais colunistas do Jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, o escritor Cristovão Tezza.

A descoberta, para a alegria do Marco é de que Tezza foi um apaixonado pelo xadrez.

Numa das colunas escritas por Tezza, a revelação:

“Minha primeira ligação com trabalho em jornal não envolveu literatura. Na verdade, comecei como, digamos, um jovem empreendedor de 14 anos, fundando com um colega um periódico mimeografado que tinha o nome de “Xadrez renovador”. Sim, eu jogava xadrez. Pior: fui um adolescente fanático pelo jogo, um fato tanto mais grave quanto menos competente eu era no tabuleiro. Aprendi a mover as peças (e não “pedras”, como diriam os “patos”) e em seguida me caiu um livro de xadrez nas mãos, o que faz uma diferença fantástica nesse primeiro momento. Em poucas páginas se aprendem dicas que, por conta própria, leva-se anos para perceber, o que dá uma instantânea ilusão de inteligência e sabedoria, que é tudo que um adolescente precisa para sobreviver no seu mundo selvagem”.