Não é possível
Os novos eleitos nem assumiram suas cadeiras e já tem quem promova a volta da Contribuição
Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF) sob alegação de que os recursos terão o encaminhamento à saúde.
A mesma falsa proposta de tempos atrás.
É preciso que mais e mais entidades empresariais engajem-se contrárias ao movimento para o retorno do tributo.
Chapecó, através do Conselho das Entidades Empresariais dá o primeiro passo para que a ideia não avance.
O presidente do Conselho das Entidades Empresariais, Paulo Jorge Lise (foto) vê a proposição como uma surpresa, mas que significa a possibilidade da volta de um encargo que já era considerado superado.
Outro Paulo, o deputado federal Bornhausen também está agindo contrariamente junto ao Congresso e em meio à opinião pública.









