Esta semana comentei que em São Miguel do Oeste os táxis não têm taxímetro para definir o valor da cobrança das corridas corretamente.

O taxímetro ainda regula a bandeira 1 ou 2, conforme o horário da corrida.

Assim, os motoristas cobram o que acham que devem.

Pois bem. Rapidamente um leitor diz que São Joaquim vive o mesmo problema.

Em tempos de hoje, difícil entender.