Revirando o caso do “piscinão” proposto também pelo vereador Március Machado e que acabou virando em polêmica e que quase causou a não realização da Festa do Pinhão deste ano.


Pois bem. Március assumiu todo o embrulho, o qual fora respaldado pela maioria na Câmara.

Havia consciência no ato, inclusive, dos que votaram a favor. Mesmo assim, apareceu como único protagonista e passou a viver como uma espécie de “espalhafatoso” entre os edis.

Quanto ao piscinão, não teve como explicar o projeto, que pode sim ser visto de outra maneira.

A intenção dele, não era apenas fazer piscinas nos bairros para o povo tomar banho simplesmente, mas construir lugares com fins fisioterápicos, com piscinas térmicas e acompanhamento médico para o tratamento de idosos, pessoas com deficiência física e muitos outros carentes que não têm como se tratar num ambiente apropriado.

Essa era a verdadeira “loucura” de Március. Só a fez na hora errada, da forma errada e não soube explicar.

A proposta é viável e ainda pode ser resgatada e propiciada pelo Poder Público.