De olho nos impactos
Não há grande empreendimento a ser feito sem impacto. Lages, por exemplo, aguarda com expectativa o início da instalação da ZF, empresa alemã de grande porte, até o final desde ano.
Futuro reserva desafios a Lages.
É obvio de que muita gente está de olho nas oportunidades que tal empreendimento tem a oferecer no campo de trabalho. Há também a possibilidade de também, ainda este ano, ser anunciada a construção da Usina Hidrelétrica de Pai Querê, sem contar as inúmeras Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), que estão em fase de implantação ou planejamento, sendo que muitas delas já têm até licença ambiental. Somando-se todos estes projetos, o Município de Lages, se não estiver preparado, pode vir a sofrer com o impacto da migração de pessoas em número não esperado, com reflexos em todos os setores da comunidade, especialmente no da educação, da saúde, da habitação, incluindo o do trânsito, entre outros.
Municipalidade atenta
Lages precisa estar atenta para não ser surpreendida e comportar o que pode vir acontecer.
Digo isso,porque Renato Nunes anuncia diversos empreendimentos visando inicialmente melhorar a estrutura urbana da cidade.
Várias vias cruciais serão revitalizadas. Entre elas, as marginais da BR 282, a Av. Duque de Caxias, a Av. Ponte Grande e a Av. Belizário Ramos, em determinado ponto, com a colocação de galerias no Rio Carahá, dando total dimensionamento a um modelo de uma via moderna e arrojada.
Assim, espera-se que boa parte da mexida no quesito trânsito na área urbana possa absorver a “encrenca” que vem pela frente.
Vale lembrar que todo o resto da influência das impactações precisa ser rapidamente pensado.









