Esta história de partido dividido, rachado ou qualquer que seja a definição, cheira mal.

Dá a nítida impressão de que faz parte de um combinado: metade lá, outra cá.

Quem vencer, todos ficam bem.  Depois, no apagar das luzes, ninguém votou contra.

Ficam ao lado do vencedor. O PSDB está assim, uns apoiam o PP e outros o DEM e PMDB.

Um jogo que normalmente dá certo.

Mas, desta vez, pelo que sei, as lideranças dos partidos estão com olho de águia em “quem é quem” nisso tudo.

E por falar nisso, a Executiva tucana já fechou questão: reedita a tríplice aliança e nesta quarta-feira, só oficializa.

E a questão de Lages?

Na Capital da Serra a questão é diferente. Nela, o PSDB é governo com o PP.

Já abraçou uma causa em 2008 e agora, só quer dar continuidade.

É uma parceria que deu certo, e por nada quer quebrar, muito embora fique numa situação complicada com as últimas definições.

Nesse caso, em Lages, entendo perfeitamente a condição em que se encontram os tucanos. Ninguém poderá condená-los ao darem sustentação a Renatinho ou Ângela.