O Sindicato dos Médicos envia nota à imprensa, mais uma vez comunicando sobre o andamento e a situação dos serviços de urgência e emergência do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres. 

A Nota especifica todos os pontos desde o primeiro anúncio de paralisação dos serviços. 

Nesse ínterim, garantem os médicos, além da atitude de oferecer o auxílio pontual de R$ 600 mil para seis meses nada mais foi feito. 

Apesar da recomendação do fechamento da emergência, o fato é de que isso não ocorreu por determinação da Justiça, e que, aliás, os médicos sustentam que a responsabilidade de manter o plantão na emergência e no sobreaviso não é deles, e sim do Hospital. 

Em decorrência destes impasses a classe vai se reunir no próximo dia 4 de maio e fazer um balanço da situação e reafirma que continuam determinados a não aceitar propostas de solução que não permitam o atendimento à população com a qualidade e a segurança necessárias. 

Finalizam dizendo que cabe ao HNSP, de forma direta, a garantia destas condições e, neste momento, o cumprimento integral da decisão judicial.