Na semana passada reunião envolvendo as lideranças da tríplice aliança davam conta de uma proposta de unidade e continuidade da parceria entre os partidos do PMDB, DEM e PSDB.
No entanto, a reunião desta segunda-feira do PMDB, definiu a pré-convenção do partido para a escolha de candidato ao governo. Numa reunião falam uma coisa, e noutra as conversas são bem diferentes.
Fica a real impressão de que os comandados de Luiz Henrique da Silveira não dependem de ninguém.
Acreditam piamente que o Governo teve uma administração exitosa, mas não levam em conta a participação dos demais partidos que compõem a coesão vencedora em 2006.
A oposição torce para que isso realmente aconteça, e na divisão de interesses possam ter campo aberto.
Democraticamente, o PMDB tem todo o direito de fazer o que bem entender.
 O partido apenas não mede as consequências da divisão e da possibilidade de a aliança acontecer, mas com outros anéis e outros dedos.