Na mesma linha de raciocínio dos prefeitos da Amures, considero a ideia da intervenção e a estadualização do Hospital Nossa Senhora dos Prazeres, de Lages, a mais viável.

O setor de emergência é importante e obviamente não deve ser fechado, simplesmente.
Mas, o problema é bem mais complexo e envolve a unidade hospitalar como um todo.

O avanço das discussões não deve ficar sob a pressão da data limite para fechamento: 20 de março, imposta pela direção do Hospital.
Mesmo assim, a problemática está sendo profundamente discutida, e quero crer, que a partir da constituição de uma comissão para levar ao governo a real situação do Hospital, e apresentar a proposta de intervenção, tem peso e credibilidade.

Infelizmente, a crise existe, e os prefeitos da Amures estão perplexos diante dos números, apesar dos altos valores repassados ao Hospital, em 2009.
A comissão quer conversar com LHS já na semana que vem.
Por outro lado, aos olhos do Ministério Público, as ações ficam bem mais fortalecidas.
Desta vez, chega de atitudes paliativas. O Nossa Senhora dos Prazeres não pode mais continuar nessa situação indefinida, quanto ao futuro.
A população regional não merece!