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Polícia Militar Ambiental completa 20 anos

Já são 20 anos de atividades na Serra Catarinense. Assim, a Polícia Militar Ambiental, é considerada uma das unidades mais operacionais e inovadoras do Estado.

A 1ª Companhia de Polícia Militar Ambiental abrange o maior território do estado com atendimento a 64 municípios da Serra e Meio-Oeste.

Os 20 anos de história, completados neste mês de janeiro, é de dedicação às causas do meio ambiente e segurança da população. Uma referência nacional.

Para comemorar e valorizar o trabalho de quem faz o dia a dia da Companhia, várias atividades estão sendo programadas e serão desenvolvidas durante o ano. São ações que possam envolver toda a comunidade e realizaremos também seminários técnicos.

A Companhia é referência nacional no combate ao Javali, animal exótico que tem causado problemas ambientais e econômicos no mundo todo.

Na educação ambiental é destaque com o programa Protetores Ambientais Mirins. Além disso, é percussora no desenvolvimento de ferramentas tecnológicas de gestão ambiental e em projetos de inclusão social.

Fica o registro e os meus cumprimentos à corporação.

Informações: Catarinas – Fotos: PMA

Gaiolas são destruídas pela Ambiental

A Polícia Ambiental cumpre um belo trabalho social, e sempre vigilante no campo, contra os crimes ambientais.

A incineração de aproximadamente 120 gaiolas, nesta semana, demonstra a eficiência no trabalho que executam. Tudo foi queimado no próprio quartel.

A maior parte das gaiolas é resultado de apreensões em Lages e mantinham presas espécies nativas da região e muitas delas ameaçadas de extinção, inclusive de pássaros vindos de outros estados.

 Em cerca de 80% dos casos, a Polícia Ambiental chegou aos infratores por meio de denúncia da comunidade. “Quando há esse tipo de autuação, temos que apreender e destruir o instrumento do crime”, explica o comandante da PMA, major Adair Alexandre Pimentel.

Para denunciar esse ou qualquer outro tipo de crime ambiental, solicitar orientações ou informações, basta entrar em contato com a PMA pelo telefone 49 3221 7998. 

Informações e fotos: Catarinas Comunicação

Flagrados no rinhadeiro

Ainda há que mantenha a prática. Pois, em Concórdia, no Meio Oeste, a Polícia Ambiental acabou flagrando, na última sexta-feira (1), depois de denúncia anônima, cerca de 30 pessoas envolvidas com brigas de galo. O flagrante foi numa propriedade rural, no Distro de Planalto.

No local foram encontrados também os aparatos para a atividade, como aves, ferramentas de corte e lixamento, medicamentos, seringas e duas pistas/canchas para a rinha.

Havia gente de vários municípios. De Ibicaré, Jaborá, Arvoredo, Campos Novos, Curitibanos, Piratuba, Concórdia, São João da Ortiga (RS), Erechim (RS), Maximiliano de Almeida (RS) e Aratiba (RS).

Outras pessoas estavam no local e conseguiram fugir, inclusive abandonando os veículos, cujos dados serão utilizados na busca dos suspeitos.

Foto: Polícia Militar Ambiental de Concórdia

Combate ao abigeato

Abigeato é uma espécie de crime de furto que envolve a subtração de animais, principalmente domesticados, como animais de carga e animais para abate.

Um problema que os pecuaristas vem sofrendo desde que iniciaram suas criações na região. Um problema que o Sindicato Rural vem sentindo deste a sua fundação, em 1939. Como se vê, uma questão histórica.

É difícil combater devido à vastidão dos campos serranos. Porém, é preciso tentar encontrar maneiras que possam, pelo menos, coibir ou diminuir as ocorrências.

Embora tais ocorrências sejam registradas, as Polícias urbanas têm muitas demandas. E o interior, praticamente fica sem assistência.

Para tanto, a Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (FAESC) articula uma parceria com a Polícia Militar Ambiental, para, em conjunto, encontrar uma maneira de viabilizar a segurança no campo.

Porém, o entendimento é de que não basta só querer, é preciso também recursos. O estudo avança a partir da parceria com a PM envolvendo não somente a Federação, mas também, com envolvimento de todas as entidades sindicais do Estado.

Uma situação que precisa ter mais atenção das autoridades. De acordo com o presidente da Associação Rural de Lages, Márcio Pamplona, a situação hoje está praticamente sem controle.

Para o dirigente, a falta de uma ação prática, como a criação de uma Delegacia Rural, só para tratar de casos envolvendo o campo, pode ser uma alternativa.

Márcio salienta que há a necessidade de mais envolvimento político e de gestores municipais e do Governo do Estado, além das forças policiais e sindicais, para que crimes no interior sejam combatidos.

Abigeato continua causando prejuízo na região

Criadores de gado da Serra Catarinense seguem sendo prejudicados por ladrões de gado. Na quarta-feira (4), só de uma propriedade de Capão Alto foram roubadas 59 cabeças. O sentimento de insegurança é cada vez maior.

O registro de ocorrência foi feito. Mas, a busca de imagens das estradas para ajudar na investigação, só é possível com ordem judicial. Bom para os ladrões.

Como fazer para impedir novos roubos? A Polícia Ambiental é a única que atua mais próxima às necessidades dos produtores lesados.

A ideia que está sendo articulada pelos produtores, é buscar junto ao Governo do Estado a instalação de uma Delegacia especializada para cuidar dos crimes do interior, com investigadores trabalhando diretamente nas questões. Uma providência adotada no Rio Grande do Sul, e que está funcionando bem.

Os problemas do campo, como o roubo de gado, já não estão mais sendo suportados.

Bonito trabalho dos veterinários do CAV

Um bugio-ruivo e um tamanduá-mirim estão entre os 60 exemplares tratados anualmente pelo Grupo de Estudos de Animais Silvestres (Geas), localizado no hospital veterinário da Udesc, em Lages.

Os atendimentos são feitos há 15 anos numa parceria com a Polícia Militar Ambiental, que acolhe, encaminha a um novo lar ou devolve os bichos à natureza após a reabilitação.

Encontrado numa área de reflorestamento da Serra Catarinense no começo de 2017, o bugio esbanja saúde após ter um tumor benigno curado. Ele está desverminado, é dócil, brincalhão e adora comer frutas.

Já o tamanduá foi localizado há dois meses ao lado do corpo de mãe às margens da BR-282, em Alfredo Wagner, e levado até a Polícia Militar da cidade. Ele chegou ao Geas desidratado, ferido e agressivo.

Até um ano de idade a espécie depende da figura materna e não tem condições físicas de buscar comida, mas na Udesc o bicho já se arrisca a ir atrás do próprio alimento no cupinzeiro.

Professor Aury  trata animais silvestres animais há muitos anos

Na próxima semana, o bugio e o tamanduá serão levados ao Parque Zoobotânico de Brusque.

A Polícia Ambiental de Lages é a responsável pelo recebimento e encaminhamento destes animais, levados voluntariamente ao quartel por pessoas que os possuem, por policiais rodoviários ou até mesmo motoristas que os encontram nas estradas.

Tratamento completo no Hospital

No setor de animais silvestres do hospital veterinário da Udesc em Lages, 40 alunos se revezam nos cuidados com medicação, alimentação e limpeza do ambiente.

André Schlemper, da nona fase de Veterinária, é um dos que mais frequenta o lugar.

Texto e foto: Catarinas Comunicação

Mais eficácia no controle de javalis com aplicativo

É o que se espera a partir de uma ferramenta considerada  fácil de ser manuseada. Segundo informações,  torna mais eficiente o combate de uma das maiores pragas que infestam as lavouras, o javali.

O Ciasc apresentou em Lages, nesta quinta-feira, 17, o aplicativo Ambiental SC, que receberá informações que vão ajudar policiais, produtores e caçadores na captura desses animais.

A ideia do aplicativo surgiu de uma reunião entre o deputado Gabriel Ribeiro e a Polícia Ambiental da região de Lages. Ainda no ano passado, o parlamentar e o comandante do batalhão da Ambiental, major Pimentel, levaram ao Ciasc a proposta da criação da ferramenta.

O funcionamento

É bastante simples: a pessoa que avistar ou abater javalis postará a informação pelo telefone celular. O programa vai gerar um mapa que mostrará a concentração dos animais, direcionando o trabalho dos policiais e a ação dos caçadores. Além disso, produzirá um banco de dados do javali, algo inédito no país.

Além da destruição de lavouras, especialmente da Serra Catarinense e da região Oeste, os javalis representam um risco iminente para o controle sanitário. Santa Catarina é o maior exportador de suínos do Brasil e tem alto grau de controle de doenças, e os javalis podem contaminar o rebanho.

Informações e fotos: Tarcísio Poglia

Na quinta-feira no Órion Parque Tecnológico

A Celesc irá lançar em Lages na próxima quinta-feira (17), a 2ª etapa do Projeto Banho de Energia, viabilizando a instalação de 800 trocadores de calor em fogões à lenha, além do anúncio de lançamento de edital de licitação para a contratação de empresa para cadastramento de consumidores na Tarifa Social de Energia Elétrica. O evento acontece às 10 horas, no Órion Parque Tecnológico.

Na mesma ocasião, atos da Polícia Militar e do CIASC com apresentação dos resultados do Plano de Controle da População de Javalis, e o lançamento do Aplicativo Ambiental SC.

(Foto: Divulgação)

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