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Concurso fotográfico “Mata Atlântica”

Aos amantes da natureza, uma oportunidade de mostrar sua paixão e talento também no mundo da fotografia.

A prefeitura de Lages, através da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente, em parceria com o Instituto José Paschoal Baggio (IJPB) e o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema), promove o concurso fotográfico “Mata Atlântica: Conhecer para Conservar”.

As inscrições estão abertas e seguem até o dia 3 de maio, para fotógrafos profissionais e amadores.

A ficha de inscrição está disponível no portal da prefeitura, no link http://www.lages.sc.gov.br/editais_pdf/concurso-fotografico.pdf.

O concurso tem por objetivo contribuir para a apreciação, divulgação e valorização da biodiversidade e das belezas naturais presentes na Mata Atlântica local.

Cada participante poderá inscrever no máximo três fotografias coloridas, e em apenas uma categoria.

As fotos deverão ser inéditas, ou seja, não terem participado de nenhuma outra forma de divulgação, inclusive redes sociais.

A entrega dos prêmios acontecerá no dia 5 de junho, durante a realização do Mês do Meio Ambiente, em local e horário a serem definidos.

Os autores das três melhores fotografias de cada categoria receberão os seguintes prêmios:

Categoria Profissional:

1° lugar – R$ 2.500,00

2° lugar – R$ 1.500,00

3° lugar – R$ 1.000,00

 

Categoria Amador:

1° lugar – R$ 1.000,00

2° lugar – R$ 700,00

3° lugar – R$ 400,00

Concurso fotográfico sobre a Mata Atlântica

As inscrições iniciaram já na última nesta sexta-feira (7) e seguem até o dia 3 de maio, e estão abertas a fotógrafos profissionais e amadores. O tema “Mata Atlântica: Conhecer para Conservar”.

A ficha de inscrição está disponível no portal da prefeitura, no endereço www.lages.sc.gov.br.

O Concurso é uma promoção da Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente, em parceria com o Instituto José Paschoal Baggio (IJPB) e o Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (Comdema).

O objetivo é contribuir para a apreciação, divulgação e valorização da biodiversidade e das belezas naturais presentes na Mata Atlântica local.

O Bioma Mata Atlântica, ao qual pertence todo o estado de Santa Catarina, é o mais ameaçado e o que mais sofre com a degradação. Isto se deve ao fato de 70% da população, cerca de 120 milhões de pessoas, viverem dentro do bioma.

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Tema e categorias

Os participantes deverão desenvolver fotos dentro do tema proposto, explorando as possibilidades criativas e estéticas, de acordo com o olhar e interpretação individuais. O concurso abrange duas categorias.

Na “profissional”, será obrigatório anexar junto à ficha de inscrição dois registros fotográficos que o fotógrafo tenha feito em qualquer segmento.

Na categoria “amador”, o concurso é aberto a toda a sociedade, estudantes e fotógrafos amadores.

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Regulamento

Cada participante poderá inscrever no máximo três fotografias coloridas, e em apenas uma categoria. As fotos deverão ser inéditas, ou seja, não terem participado de nenhuma outra forma de divulgação, inclusive redes sociais.

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Premiação

Categoria Profissional:

1° lugar – R$ 2.500,00

2° lugar – R$ 1.500,00

3° lugar – R$ 1.000,00

 

Categoria Amador:

1° lugar – R$ 1.000,00

2° lugar – R$ 700,00

3° lugar – R$ 400,00

Em discussão a preservação da Mata Atlântica

Preservação da Mata Atlântica será o tema de Seminário Regional em Lages nesta quarta-feira (22), no auditório da Engenharia Ambiental do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV), das 8h30 às 17h.

O público-alvo são acadêmicos dos cursos de engenharia ambiental, engenharia florestal, agronomia, ciências biológicas ou áreas afins, técnicos de Secretarias de Meio Ambiente e de Agricultura das cidades que fazem parte da Associação dos Municípios da Região Serrana (Amures) e a comunidade interessada na temática.

O evento terá continuidade no dia 23, sendo esse dia direcionado para técnicos de outros municípios da região.

Cidades catarinenses na lista da preservação

Bom Jardim da Serra está entre as três cidades brasileiras que mais preservam a Mata Atlântica.

Fundação SOS Mata Atlântica lança nesta semana hotsite ‘Aqui Tem Mata’, que mostra de forma interativa índices de desmatamento de 3.429 cidades no período 2013-2014

Lançado nesta quarta-feira (11) pela Fundação SOS Mata Atlântica e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Atlas dos Municípios da Mata Atlântica traz os dados mais recentes sobre a situação de cidades do Estado de Santa Catarina.

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O município de Bom Jardim da Serra foi a cidade catarinense que mais preservou o bioma no período de 2000-2014, com 93% de vegetação natural, em comparação com a área original – o que a coloca na terceira posição no ranking nacional de preservação.

bom jardimNestes quadros acima os que mais preservaram e os que mais desmataram

Já a capital do Estado, Florianópolis, é a segunda capital com maior área proporcional de vegetação natural do país, com 25%. A vegetação natural inclui, além das florestas nativas, os refúgios, várzeas, campos de altitude, mangues, restingas e dunas.

O estudo, com patrocínio de Bradesco Cartões e execução técnica da empresa de geotecnologia Arcplan, apresenta ainda um consolidado dos últimos 14 anos.

A cidade do Estado com número mais expressivo de desflorestamento entre 2000 e 2014 foi Itaiópolis, com 5.805 hectares de supressão de vegetação nativa.

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Lages, aparece em 7º lugar na pesquisa, em termos de desmatamento, por hectare, entre 2013 e 2014.

Lages planeja recuperar a Mata Atlântica

O município de Lages está dando os primeiros passos para executar o Plano Municipal de Recuperação da Mata Atlântica.

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A proposta que está em fase inicial de conversação foi apresentada na tarde desta quarta-feira (8), a pessoas e entidades ligadas às causas ambientais, todas comprometidas com o Grupo Garis e ao Comdema.

A explanação do Plano e de quais os passos a serem dados foram apresentados pela Associação de Preservação do Meio Ambiente e da Vida – Apremavi, de Atalanta, durante reunião estendida do Grupo Garis.

Não será um trabalho simples ou rápido. Mas terá que ter comprometimento por parte do Poder Público, entidades e demais envolvidos às causas ambientais.

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Um amplo diagnóstico das principais áreas a serem recuperadas e protegidas terá que ser feito antes.

A partir da concepção do Plano, Lages estará apto a receber recursos do Fundo de Restauração do Bioma da Mata Atlântica.

O foco é proteger a Mata Atlântica por meio da conservação dos fragmentos da vegetação e a recuperação total de áreas degradadas.

Todos os envolvidos com a proposta foram convidados a participar de um Seminário de capacitação, na sede da Apremavi, em Atalanta, no próximo dia 4 de novembro.