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É realmente necessária a CPI do Natal?

Tenho pensado sobre a razão de se ter criado uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para investigar o sumiço de parte dos enfeites de Natal, em Lages, no ano passado.

Justamente após a ação eminente da Polícia Federal, que deu alusão ao caso. Seria a PF incompetente ao ponto de os vereadores assumirem o papel na investigação paralela?

Obviamente que não. A diferença está no sigilo e na eficiência da força tarefa policial. Enquanto que na CPI, com os vereadores, a mídia fica ao redor mostrando passo a passo.

De qualquer forma lá estão eles fazendo as oitivas e tudo mais. Nada que a Polícia Federal e o Gaeco já não tenham feito ou apurado dentro dos critérios de investigação dos fatos.

No final, ao concluírem, quem leva os louros do relatório do caso? Penso que estaria na hora de a própria Polícia também se manifestar. Não posso crer que esteja esperando o resultado final da CPI dos vereadores para ver se a investigação paralela fecha com  a dela!

Desporto em discussão na Câmara de Vereadores

A Câmara de Vereadores de Lages realiza nesta quarta-feira (31), uma audiência pública em busca de propostas da população e ações estratégicas do poder público para o desenvolvimento do desporto lageano.

A sessão começa às 19 horas, no Plenário Nereu Ramos, e os interessados no tema podem se inscrever a fala até o início dos trabalhos.

A sessão foi proposta em conjunto dos vereadores Jair Junior (PSD), José Amarildo Farias (PT) e Pedro Figueredo (PSD), membros da Comissão de Educação, Saúde, Cultura e Desportos da Câmara.

Arte: Aline Coldebella Sommavilla (Câmara de Lages)

Cortes de pinheiros araucária

Assim como muitas outras pessoas, os vereadores Bruno Hartmann (PSDB) e com a coautoria dos vereadores Jair Júnior (PSD), José Amarildo Farias (PT), Lucas Neves (PP) e Osni Freitas (PDT), reagiram ao corte de araucárias em Lages.

Todos tiveram pedido de informações para saberem a razão dos cortes de árvores de pinheiros araucária realizados recentemente em Lages.

A matéria questiona se os cortes das araucárias feitos nas últimas semanas foram realizados pelo Poder Executivo. Caso positivo, pede explicação sobre os motivos técnicos que motivaram os atos e se foram precedidos das devidas autorizações.

No caso de resposta negativa, também se pergunta se estes tiveram autorização e a razão para tal. Outra indagação é se os cortes foram efetuados em locais públicos e qual a destinação das madeiras cortadas.

Por fim, o pedido requer uma explicação sobre os procedimentos técnicos e legais autorizadores do corte de araucária e em quais circunstâncias se tornam necessário.

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