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GAECO deflagra Operação Regresso, na Serra

Operação apura irregularidades no trabalho externo de detentos da Comarca de Lages. Diante disso, na manhã desta quarta-feira (06/12), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) deflagrou a operação batizada como “Regresso”, realizando o cumprimento de mandados de seis mandados de prisão, 16 mandados de busca e apreensão e 17 de condução coercitiva no municípios de Lages e Otacílio Costa.

A ação investiga o descumprimento de decisões judiciais que autorizam o trabalho externo dos detentos da Comarca de Lages/SC.

As investigações

Durante as investigações, os apenados tiveram as suas rotinas de trabalhos monitoradas, sendo constatado que os detentos não estavam cumprindo com as determinações judiciais.

Além disto, verificou-se que ao obterem o benefício, em conluio com os pretensos empregadores, inseriram falsas informações em seus respectivos processos de execução penal com objetivo de obter a remissão da pena privativa de liberdade.

Mandados de prisão

Ao todo, foram expedidos pelo Poder Judiciário seis mandados de prisão, 17 de condução coercitiva e 16 de busca e apreensão, que estão sendo cumpridos por Promotores de Justiça e por Policiais do GAECO, com o apoio do 6º Batalhão de Polícia Militar, da 8ª Delegacia Regional de Polícia Civil e do Departamento de Administração Prisional (DEAP).

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC

Nova atuação do Gaeco em Lages

Novamente Lages esteve movimentada por conta de nova operação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), na denominada Operação “Três em Um”.

A operação deflagrada é contra os crimes de sonegação e fraude em licitações em Lages, além de atos de improbidade administrativa. O trabalho dos policiais foi na manhã desta quinta-feira (30/11).

No momento está cumprindo três mandados de prisão temporária, quatro mandados de busca e apreensão em órgãos públicos e quatro de conduções coercitivas no município de Lages.

As investigações apontam para possíveis participações de servidores públicos de diversos municípios catarinenses, agindo em conluio com empresários do município de Lages/SC.

O nome da operação deve-se ao fato da investigação apontar que empresários da região utilizavam-se da confusão física (exemplo: o mesmo endereço de registro para várias empresas), administrativa e patrimonial das empresas envolvidas, para frustrar o caráter competitivo de certames licitatórios, para dar causa a dispensas indevidas de licitação e fraudar a execução de contratos administrativos.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC

GAECO agiu em Painel e Balneário Camboriú

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) cumpriu, na manhã desta quinta-feira (6/4), quatro mandados de busca e apreensão nos municípios de Painel (três) e Balneário Camboriú (um).

Os mandados foram expedidos pelo Poder Judiciário a pedido da 13ª Promotoria de Justiça da Comarca de Lages.

A 13ª Promotoria de Justiça da Comarca de Lages e o GAECO investigam supostos crimes conexos de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, ambientais e outros. Atuaram na operação policiais dos núcleos dos GAECOs de Lages e Itajaí.

O GAECO é uma força-tarefa composta pelo Ministério Público de Santa Catarina, Polícias Militar, Civil, Rodoviária Federal e Secretaria Estadual da Fazenda.

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social

GAECO deflagra Operação Duplo C

O GAECO enviou nota explicando as razões de toda a movimentação em Lages, nesta terça-feira (13).

Segundo informa, a operação envolveu as cidades de Lages, Campo Belo do Sul, Cerro Negro, Correia Pinto e Chapecó, em apoio à Promotoria de Justiça da Comarca de Campo Belo do Sul, resultando em um mandado de prisão preventiva, 20 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de condução coercitiva nestes municípios.

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Fraude em licitação

 A ação é decorrente da investigação que apura supostos crimes de fraude em licitação, corrupção ativa, corrupção passiva, falsidade ideológica e atos de improbidade administrativa, delitos que contavam com a provável participação de um servidor público com vinculo nas Prefeituras dos municípios de Campo Belo do Sul e Cerro Negro, agindo em conluio com empresários dos municípios de Lages, Campo Belo do Sul e Chapecó. A operação conta com o apoio do Instituto Geral de Perícias (IGP).

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Operação Duplo C

O nome da operação deve-se ao fato da investigação apontar fraudes em diversos procedimentos licitatórios das Prefeituras Municipais de Campo Belo do Sul e Cerro Negro, além da prática de outros crimes contra a administração pública e atos de improbidade administrativa.

(Fonte: Comunicação MP/SC)

Políticos e empresários no Gaeco em Lages

A manhã desta terça-feira (13) foi de enorme movimentação na sede do Gaeco, em Lages. Conforme informações, há quem esteja sob condução coercitiva. O interrogatório deve seguir à tarde.

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Sem divulgação oficial, o que sabe, é de que os envolvidos nos interrogatórios estariam ligados à fraude em licitações, nas prefeituras de Campo Belo do Sul, Cerro Negro e Anita Garibaldi, além de assessores. Empresa de Lages também é citada de envolvimento.

Fonte: Blog do Barão -Foto: Jotta Damasceno

Gaeco desmantela fraude na fila do SUS na Grande Florianópolis

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), por meio de seu núcleo regional Florianópolis, deflagrou na manhã desta segunda-feira, 24, a Operação Ressonância para o cumprimento de 19 mandados de busca e apreensão, oito mandados de prisão temporária e três mandados de condução coercitiva, nos municípios de Florianópolis, Palhoça, Biguaçu, São João Batista e Major Gercino.

Um servidor público efetivo do Estado, lotado no Hospital Celso Ramos, foi um dos detidos temporariamente. Os nomes dos investigados, por questões de segurança e para não prejudicar futuras diligências, não foram revelados pelo Gaeco.

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Investigações

 A operação foi deflagrada após uma série de investigações que começaram após denúncia da Secretaria de Estado da Saúde, em novembro de 2015, à 33ª Promotoria de Justiça da Capital.

A Operação Ressonância apurou crimes de falsidade ideológica; inserção de dados falsos nos sistemas de informação; corrupção passiva e crimes eleitorais envolvendo cinco agentes públicos e terceiros, os quais, basicamente, estariam sistematicamente violando a fila de espera do Sistema Único de Saúde (SUS) para realização de exames de ressonância e tomografia, por intermédio de procedimentos irregulares e cobrança de valores dos pacientes.

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Esquema

A investigação apurou sofisticado esquema paralelo e escuso, que visa captar pacientes de diversos municípios, com necessidade de realização de consultas e exames no SUS, manipular o agendamento de consultas, exames e procedimentos médicos (cirurgias e principalmente exames de ressonância magnética), em sua maioria, no Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis, mediante o recebimento de valores em dinheiro e/ou benefício material ou, ainda, obter vantagem política futura, pela fidelização de eleitores, por parte dos investigados.

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 Apoio

A operação contou com o apoio dos núcleos regionais do Gaeco de Joinville, Chapecó, Criciúma, Lages, Itajaí e Blumenau, e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Polícia Militar de Santa Catarina, e do Instituto Geral de Perícias (IGP).

 Informações adicionais para a imprensa: Eduardo Correia – Foto: Eduardo Correia/SES

Águas Limpas: dia para ouvir testemunhas

Na continuidade do processo investigativo da Operação Águas Limpas, o mesmo que afastou e levou à prisão o prefeito Elizeu Mattos, em 2015, tem continuidade.

Como se sabe, a fase do processo é criminal. Assim, nesta terça-feira (24), em Lages, acontecem as oitivas das testemunhas de defesa. O prefeito Elizeu Mattos irá acompanhar.

A ouvidoria estava prevista para acontecer em Florianópolis, mas acabou sendo transferida para Lages, em função da Festa Nacional do Pinhão.

Uma opção acertada, e boa para todos. Assim, até mesmo os promotores poderão visitar o Parque Conta Dinheiro. Por que não?

Conforme informações, depois disso, entra a fase das alegações finais, e por fim, a sentença. Há quem diga que o processo possa ter o veredicto até meados de setembro. Outros, já opinam que somente no início de 2017. É esperar para ver.

Gaeco age na Serra e faz prisões

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) deflagrou a Operação Ajuste nos municípios de Lages, Otacílio Costa, Timbó, Ituporanga, Balneário Camboriú e Criciúma.

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Promotores de Justiça e Policiais do GAECO, com o apoio do Instituto Geral de Perícias (IGP), cumpriram quatro mandados de prisão temporária e estão cumprindo 18 mandados de busca e apreensão e 11 de condução coercitiva.

Na parte da tarde, em coletiva à imprensa, os detalhes da operação foram mais bem esclarecidos. Segundo informaram, há quatro meses estão sendo investigados supostos crimes como fraude em licitação, também fraude em concurso público, além de corrupção passiva.

As investigações apontaram a participação de servidores públicos em conluio com empresários dos municípios de Timbó e Otacílio Costa.

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Quatro presos

Entre os detidos na Operação Ajuste na manhã desta segunda-feira (16) estão o vice-prefeito de Otacílio Costa Silvano Cardoso Antunes, o presidente da Câmara do mesmo município, Lindomar Alves. Causou espanto a detenção do ex-gerente regional da FATMA, Willy Brun Filho e de um empresário do setor de concursos.

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Conforme o Promotor Público Joel Rogério Furtado, a detenção foi “em caráter investigativo”, por pelo menos, cinco dias, podendo ser renovado por outros cinco dias.

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Em Otacílio Costa

Sobre as investigações em Otacílio Costa, o Promotor de Justiça Leonardo Fagotto Mori investiga sobre o Concurso Público envolvendo a Prefeitura e o Legislativo. Segundo ele, os fatos são graves e com provas robustas.

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Em Lages

Já em Lages, a informação é de que as investigações levam a licenciamentos ambientais fraudulentos e que envolvem servidores da Fatma em Lages, com a intermediação de um comissionado da ADR Lages, apontando uma empresa de guinchos de Otacílio Costa e que teria a participação de Willy Brun.

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Portanto, pelo menos 11 pessoas foram conduzidas coercivamente até o Gaeco para prestar depoimento, e cumpridos 18 mandados de busca e apreensão na Prefeitura e Câmara de Vereadores de Otacílio Costa, e também na empresa contratada para o Concurso.

Em toda essa movimentação, consta que no acúmulo de provas, até o momento não há nada que envolva o prefeito Luiz Carlos Xavier, o Tio Ligas.

(Informações e fotos com apoio do Portal do Milton Barão)

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