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Novo registro de geada

Parece que o frio de formar geada não quer deixar a Serra Catarinense. Nesta terça-feira (14), voltou a registrar geada no amanhecer, em São Joaquim.

O belo espetáculo paisagístico com uma ligeira camada de gelo cobrindo a relva dos campos no Vale do Caminhos da Neve, a cerca de 3km do centro da cidade, não está agradando os produtores de frutas.

A mínima registrada na estação do Caminhos da Neve, onde se formou a geada, a mínima foi 2.4ºC.

E o detalhe que mais chama a atenção é o nuance entre o branco da geada com o amarelo das flores de Maria Mole que surgem na Serra Catarinense já no final da primavera. Ver este contraste é tipicamente incomum para esta época do ano.

Esta foi a 5ª geada do mês de novembro em São Joaquim, repetindo o feito dos anos de 1999 e 2006.

Os registros de geada em São Joaquim, feitos pelo profissional Mycchel Hudson Legnagi, do São Joaquim Online, tem evidenciado nacionalmente o município. No entanto, poucos valorizam, nem mesmo a Administração Municipal.

(Foto: Mycchel Hudson)

Geada em pleno novembro

Sempre atento aos acontecimentos na Serra, o amigo Mycchel Legnagi da Agência de Notícias São Joaquim Oline, envia o registro de nova geada no amanhecer deste sábado, 11 de novembro.

Segundo informa, a temperatura na estação automática do Caminhos da Neve (Santo Antão), a 1.221m de altitude, assinalou a mínima de 1.1ºC deixando os campos esbranquiçados.

A umidade também ajudou para que a camada de gelo fosse bem significativa  proporcionado um belo espetáculo semelhante as manhãs de inverno do típico inverno de São Joaquim, mas tudo isso foi praticamente quase no final da primavera.

Esta foi a geada de número 106 somente no ano de 2017 nos Campos de Cima da Serra.

(Fotos: Mycchel Hudson Legnagi)

Frio e geada em plena primavera

As cidades de São Joaquim e Urupema, no alto da Serra da Serra Catarinense, registraram uma forte geada em grande parte de seu território na manhã desta última segunda-feira (23) deixando os campos brancos e encobertos por uma densa camada de gelo.

Pelas ruas os automóveis também ficaram encobertos pela geada e tiveram seus para-brisas tomados por uma crosta de geada que se tornou difícil para raspar.

 

De acordo com o Climaterra as menores temperaturas registradas em São Joaquim foram de -3.0º no Vale do Cruzeiro, -2.7ºC na Estação do Caminhos da Neve.

No Cruzeiro foi a maior geada em mais de 20 anos, na estação mais antiga, deu -3,0°c com -8,4°C/relva, recorde no mês de outubro.

(Informações e fotos: Mycchel Legnagi – São Joaquim Online)

Primavera gelada na Serra

O frio do mês de outubro acabou ocasionando uma inesperada geada. O registro foi no Vale do Caminhos da Neve, próximo à localidade de Santo Antão, há cerca de 3km do centro de São Joaquim.

Porém, a região já tem histórico de geadas nesta época. Assim, o amanhecer de quarta-feira (4) marcou na estação local 1ºC, formando uma mediana camada de gelo sob a relva úmida do vale a uma altitude de 1221m.

Conforme relata o amigo Mycchel Hudsonn, da Agência de Notícias São Joaquim, a geada  proporcionou um espetáculo do gelo e a luz do sol durante a alvorada gélida da primavera joaquinense.

De acordo com o Climaterra São Joaquim registrou o frio principalmente nas baixadas e fundo de vales entre 0/2°C com geada.

As Geadas em SC ainda podem ocorrer entre outubro em áreas acima dos 1100 m e acima dos 1100/1300 m em fins de outubro a começo de novembro, bem restrito a 1300/1400 m em dezembro. Informou o Climaterra.

Imagens Mycchel Hudsonn Legnaghi / São Joaquim Online

Boneco de gelo

O amigo Mycchel, da Agência de Notícias São Joaquim Online, criou essa figurinha de gelo, para evidenciar o frio serrano. E te até nome: Geanildo. Banaca!

A partir do bonequinho de gelo dá para se ter ideia do frio que amanheceu na Região de São Joaquim.

Geada forte na Serra

Na região de São Joaquim, o registro da menor temperatura do estado no Vale do Caminhos da Neve, também conhecida como Santo Antão, há 3 km do centro, onde a estação do local chegou a registrar a mínima de -4.9ºC.

Houve formação de gelo e geada por todo o município, inclusive na superfície d’água que ficou recoberta com uma mediana camada de gelo.

Conforme informações da Agência de Notícias São Joaquim Online, a geada foi um pouco prejudicial, pois, fustigou e matou diversas flores, principalmente de algumas árvores que já estavam começando a florir como pereiras, pessegueiros e cerejeiras. As flores de jardim também foram mortalmente atingidas pela geada.

Outras estações do município de São Joaquim também marcaram temperaturas negativas como o Vale do Cruzeiro  com -2.9ºC e o Vale do Pericó com -4.3ºC.

(Informações e fotos: Mycchel Hudson Legnagi)

É de Dionata Costa a foto do frio mais curtida de SC

O fotógrafo de São Joaquim Dionata Ludvich Costa venceu nesta semana a campanha promovida pelo Correio Lageano sobre o tema: “O seu melhor registro do inverno na Serra”.

Foram mais de 60 fotos que participaram da campanha que começou no dia 20 de Julho e foram enviadas por fotógrafos de toda a parte da Serra Catarinense e de cidades como Urupema, Bom Retiro, Lages, Bom Jardim da Serra e demais municípios no alto da Serra.

Dionata Costa, fotógrafo desde 2008, com a foto registrada na última semana de frio intenso, receberá cesta recheada de produtos do Festival de Inverno, uma semana de jornal impresso, 7% de desconto na assinatura anual e um par de ingressos para o cinema.

A foto vencedora da campanha foi a “Cortina de Gelo” enviada pelo fotógrafo de São Joaquim, e que recebeu quase 600 curtidas.

De acordo com o fotógrafo, a foto foi tirada no dia 18, exatamente um dia após a neve, ás 7h00min quando os os dígitos do termômetro assinalavam -5ºC sob um manto de gelo que recobria as cerejeiras na Praça Cezário Amarante, no coração de São Joaquim.

(Informações e foto 1 de Mycchel Hudson do São Joaquim Online

Benefícios do frio às vinícolas

Conforme o enólogo sênior da Vinícola Abreu Garcia, Jean Pierre Rosier, ao ser indagado sobre os efeitos das baixas temperaturas na Serra catarinense e suas consequências na produção dos vinhos de altitude, explica que não há motivos pera temores.

Muito pelo contrário, esclarece, é no inverno que as plantas de videiras se encontram em descanso vegetativo.

Segundo ele, as baixas temperaturas não influem em seu repouso, e sim, a falta de baixas temperaturas poderia desencadear uma arrancada precoce para o novo ciclo.

Já o entorno das plantas é muito beneficiado, segundo ele, pois com as baixas temperaturas insetos, pragas e fungos são reduzidos no meio ambiente, propiciando um desenvolvimento mais sadio das plantas. Em resumo: somos sempre gratos à sábia natureza.

Fotos: Leonardo Ferrari

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