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Antiga estação de piscicultura

Os truticultores foram os que deram o pontapé para a retomada das atividades na antiga Estação de Piscicultura, de Painel.

Depois de tanto esforço, o Governo do Estado conseguiu conveniar com o Ibama, e, por 25 anos, através da Epagri, o local está, aos poucos, se transformando num Centro Experimental, e, com uso de tecnologias proliferar na criação de alevinos das mais diversas espécies e povoar a Serra Catarinense.

Um grande estímulo aos criadores que já tem na indústria Belo Peixes, uma referência para seguir produzindo peixe, e garantindo renda alternativa na propriedade.

Os passos que estão sendo dados na Estação, dão conta de que as licitações para as reformas dos equipamentos hidráulicos e da tubulação para que a água chegue limpa e em abundância nos tanques de decantação, e do prédio administrativo já foram licitadas.

Mas, além disso, os técnicos da Epagri não estão parados. Já conseguiram diagnosticar 5 ou 6 propriedades que servirão de referência para a criação do jundiá.

A truta, principal objetivo, carece de mais cuidados. A preocupação está na qualidade da água, e principalmente, na busca de matrizes que possam garantir a produção de alevinos. A busca começa pela região, e num segundo momento, em São Paulo.

Ou seja, são elementos que farão da nossa piscicultura uma referência regional, em todos os sentidos. No entanto, há uma temeridade de que o processamento de peixes pela indústria, sofra um revés, já anunciado, por problemas de poluição nos arredores.

Aliás, toda a Área Industrial e a comunidade vizinha, já não suportam mais os odores oriundos de uma única empresa lá instalada.

Mais renda no campo a partir da piscicultura

As atividades no Parque Conta Dinheiro nesta quarta-feira (11) se concentraram nos últimos detalhes de parte dos expositores, que recebem os visitantes nesta quinta-feira (12). Os portões se abrem às 10 horas.

Mas, nem tudo foi apenas trabalho de organização. Paralelamente, ocorreu o III Seminário Regional de Piscicultura organizado pela Secretaria Municipal de Agricultura e Pesca.

A proposta do evento foi informar que as propriedades rurais, especialmente as pequenas, sejam estimuladas a produzir peixe, e transformar a atividade num forte potencial de renda.

No entanto, a discussão foi além da simples proposta da criação de peixe nas propriedades. A ideia maior é a de alavancar a produção, transformando-a em oportunidade de negócio, com alta rentabilidade, aproveitando o fato de Lages possuir uma indústria de pescados, e que carece de matéria-prima.

O próprio prefeito Antonio Ceron, que acompanhou parte das explanações,  entende que o campo precisa criar novas alternativas de produção, e a atividade com o peixe pode estar atrelada a outras culturas. Para tanto, o Município será parceiro ao estímulo à criação de peixes e fazer com que as propriedades tenham as adaptações necessárias para a produção.

Indústria pode fechar

Um problema que surgiu lá atrás, com a escolha da área para a instalação de uma empresa, está hoje, cada vez mais complexo.

O local, na área industrial, às margens da BR 116, na saída Sul, de Lages, faltou o entendimento de que nestes espaços não poderiam ceder, via município, áreas a empresas com objetivos antagônicos, no que produzem.

Assim, há incompatibilidade nas empresas que atuam com detritos e liberam odores, com as de produção de alimentos.

O problema é sério. Ambos estão amparados pela lei e pelas licenças ambientais. Porém, um lado terá de abrir mão e mudar de lugar. Isso resolveria tudo.

A questão já parou na Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente, no Ministério Público e também da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

Ao conversar com o Blog, o secretário Mario Hoeller, confidenciou que casualmente hoje, terça-feira (26), está tratando da questão, e que poderá solucionar definitivamente o impasse que envolvem os interesses das empresas.

Pelo lado da indústria de alimentos, os empresários estão para tomar uma decisão radical: fechar definitivamente o projeto de processamento de peixes. Literalmente, seguindo o ditado, “os incomodados que se retirem”.

Seja como for, está criada uma situação que poderia ser mais bem trabalhada entre todas as partes. O Município, a Fatma, e o Ministério Público precisam ser os protagonistas, incluindo o Fórum de Entidades e a ACIL.

Como nada se resolveu até agora, ou deve demorar muito para que tudo se acerte, pelo jeito a radicalidade deverá imperar: fechar! Será o fim da Belo Peixes? Complicado! Justamente agora, em que a empresa conseguiu a licença para exportar.

Estive no local nas proximidades nesta manhã. O cheiro ruim é realmente difícil de suportar.

Truta serrana chega à Brasília

A deputada federal Carmen Zanotto, recebeu a missão de levar para Brasília filés de truta que são produzidos aqui na Serra Catarinense.

O pedido foi feito pela senadora Ana Amélia Lemos, do Rio Grande do Sul, e que esteve recentemente em Lages.

Carmen recebeu as trutas do empresário Vilso Isidoro, proprietário do Frigorífico Belo Peixe, de Lages.

A empresa que completou dois anos de atuação está com produção diária e já comercializa a truta no Estado de Santa Catarina, Paraná e também em São Paulo.

Vilso conta que já está testando a truta defumada e em breve irá lançar no mercado. Por outro lado, no papel de deputada, Carmen ajuda a difundir o que é feito pelos serranos. Para ela,  uma forma de fortalecer a economia, além da geração de empregos.

Fotos: Zé Rabelo.

Truta caiu no gosto do consumidor

A procura pelo peixe durante a Semana Santa foi mais uma vez expressiva. A Serra Catarinense tem muitas opções em espécies.

No entanto, a qualidade certificada, a partir do processamento industrial somente pode ser constatada na produção da truta.

A indústria de pescado, a Belo Peixes, localizada em Lages, surgiu com alternativa do escoamento da produção local, para inúmeros produtores.

Por semana, são mais de 5 toneladas industrializadas e colocadas no mercado em forma de filés; de fácil preparo, e muito saboroso depois do peixe pronto, ou seja, tornando-se um grande diferencial ao consumidor.

Além de abastecer o mercado catarinense, a truta está sendo exportada para os estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e o Paraná. E, nestes dias considerados santos, o consumo da truta passou a ser uma grande opção.

Em Santa Catarina, tem produtores lucrando. Somente na Serra Catarinense, maior produtora de truta no Estado, alguns criadores estão aumentando o número de tanques, e há também, quem esteja iniciando forte na atividade empresarial sob a orientação técnica da Epagri e do Sebrae.

Por ano, a Região produz cerca de 350 toneladas do peixe. De acordo com o presidente da Associação Catarinense de Produtores de Truta, Vilso Isidoro, é uma aposta que está se tornando bastante lucrativa, e que só tende a aumentar na Região.

Carne da truta torna-se essencial ao consumo

A partir do momento em que a carne da truta passou a ser processada industrialmente, em fábrica instalada em Lages, na Serra Catarinense, em julho de 2015, o comportamento de quem gosta de peixe de água doce começou a mudar.

A observação não ocorre somente na Serra Catarinense, mas nos três estados do Sul, e na capital paulista onde o produto está se disseminando cada vez mais. Há inclusive, a perspectiva da exportação.

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Notoriamente, a qualidade apresentada pela Belo Peixes, é o que tem atraído atenção dos grandes centros comerciais, mas, principalmente, a importante descoberta pelos consumidores que, ao aderirem à carne da truta, não encontraram somente mais um alimento, e sim, grandes benefícios à saúde.

A carne do peixe contém uma verdadeira fonte natural de proteínas, vitaminas, sais minerais e ácidos graxos, entre eles, o ômega-3.

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Por outro lado, há também, a proposta de contar com a adesão de produtores da Agricultura Familiar, a partir de estímulo da Secretaria Municipal da Agricultura e da Pesca, de Lages.

Um esforço que poderá levar à mesa das crianças através da merenda escolar, a polpa industrializada da truta, enriquecendo ainda mais a lista dos alimentos

Aumenta o consumo de carne de truta

O consumidor de carne de peixe está descobrindo o valor nutritivo da truta, e a procura tem aumentado consideravelmente.

A constatação é dos próprios produtores ligados à Associação Catarinense de Truticultores (Acatruta), e também dos processadores do produto, através da fábrica Belo Peixes, em Lages.

A descoberta de um produto saboroso e que faz bem à saúde, têm sido elementos favoráveis para aumento do consumo.

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A carne do peixe contém uma verdadeira fonte natural de proteínas, vitaminas, sais minerais e ácidos graxos, entre eles, o ômega-3.

A Belo Peixe conceitua o produto que fabrica a partir da qualidade, ou seja, pela forma em que é colocado no mercado, em filés sem peles e congelados a vácuo.

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Por estar dentro dos padrões exigidos de certificação, o produto está hoje em todos os supermercados de Lages, e ainda sendo exportado para outras regiões de SC, além dos estados do Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Degustação da truta no Martendal

Dando continuidade à proposta de oportunizar o consumidor a respeito da qualidade, os benefícios e o sabor da carne da truta, uma nova etapa da degustação está sendo propiciada em Lages, pela Belo Peixes, desta vez, no Supermercado Martendal.

degustação truta no Martendal

O evento que começou nesta sexta-feira (26), e tem continuidade neste sábado (27). A carne do peixe contém uma verdadeira fonte natural de proteínas, vitaminas, sais minerais e ácidos graxos, entre eles, o ômega-3.

A proposta da degustação é oportunizar também a divulgação de todos estes benefícios que o a carne da truta propicia à saúde. O evento faz parte do projeto Semana dos sabores. Como se vê, os apreciadores da carne do peixe estão descobrindo os benefícios específicos da carne do peixe.

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