Acompanho a evolução do trabalho com o lixo orgânico, da Sílvia Oliveira, desde que ela trabalhava no SESC, e também da parceria exercida pelo agrônomo Germano Güttler, do CAV e pela bióloga Márcia Spiller.

Aqui o registro da Sílvia quando atuava com o programa no SESC

Agora, atuando no mesmo campo, porém, na Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente, da Prefeitura de Lages, o trabalho ganhou mais corpo ainda.

Tanto que conseguiu o primeiro lugar nacional, no prêmio 1º Edital de Compostagem, lançado pelo Ministério do Meio Ambiente e pela Caixa Econômica Federal.

O resultado foi publicado no Diário Oficial da União e apresentado nesta terça-feira, dia 26 de dezembro, ao prefeito Antonio Ceron e ao vice Juliano Polese.

O bacana nisso tudo é que o projeto receberá R$ 985 mil para seguir fomentando a implantação do programa, no município.

Das 300 propostas inscritas de todo o país, apenas 11 foram selecionadas. Além de Lages, outras cidades catarinenses também foram selecionadas: Florianópolis/SC e Rancho Queimado/SC.

Com o projeto

Antes do projeto, boa parte dos produtos orgânicos era levada ao aterro sanitário, como cascas e restos de frutas, legumes, hortaliças, folhas, gramas e podas de plantas, passou a ser utilizada nas próprias residências como material de adubo para pequenas lavouras orgânicas. A partir daí, ampliou-se também a possibilidade de reaproveitamento de materiais secos, garantindo mais renda aos catadores e cooperativas de reciclagem de lixo.

A partir do Projeto Lixo Orgânico Zero, a ideia é reduzir em 40% do total de orgânicos enviados ao aterro sanitário.

Fotos: Paulo Chagas e Greik Pacheco