A queda de braço na política catarinense, especialmente no PSD, segue traçando rumos inesperados para 2018.

De um lado, o deputado federal João Rodrigues apregoa a unidade do partido, mas defende que o nome do candidato ao Governo da sigla seja definido pela  base, ouvindo prefeitos, vices e vereadores do PSD.

Em recente encontro em Florianópolis, disse ter recebido o apoio de mais 40 prefeitos, entre outras lideranças.

Por outro lado, o deputado estadual Gelson Merisio segue costurando apoio. O PDT, de Manuel Dias está em fase de inclusão, ao lado dos já definidos o PP e o PSB. Merisio tem dito que não irá disputar outro cargo, a não ser o de governador.

Enquanto isso, lideranças como a do deputado Esperidião Amin (PP), tem sido solidárias a Merísio. O ex-governador é contra qualquer possibilidade de se aliar ao PMDB. Algo que pode ocorrer com João Rodrigues, que pode se tornar um vice de Mariane ou Udo Döller.

Aliás, a aliança com o PMDB ainda não está encerrada. O próprio governador Raimundo Colombo não determinou o rompimento, mediante ao projeto de chegar ao Senado, e nem ainda definiu o seu futuro de permanência ou não na Casa da Agronômica, no ano que vem.

Tudo pode acontecer. Até mesmo de ele optar em seguir no Governo até o fim do mandato. Caso desincompatibilize, no mais tardar em abril, e com os encaminhamentos do PSD definidos, haverá ou não desembarque do PSD dos escalões do Governo.

(Foto: divulgação)