A coordenação da Gaby Produções lembra que a Festa surgiu como uma despretensiosa feirinha de fim de semana para reunir as famílias lageanas, e hoje está consolidada como um dos principais eventos do Brasil. A 29ª edição terminou neste domingo, dia 18, e a 30ª ocorrerá de 25 de maio a 3 de junho de 2018.

Assim, prestes a completar 30 anos, a Festa do Pinhão atrai cerca de 300 mil pessoas de todo o Brasil por ano, movimentando a rede hoteleira, os restaurantes, postos de combustíveis, supermercados, pousadas alternativas, taxistas, salões de beleza e várias outras demandas ligadas ao evento.

1,6 mil empregos

A partir das informações da assessoria de imprensa, mais detalhada, em levantamento recente da Santur, órgão oficial de turismo do Governo do Estado, aponta que o gasto médio por pessoa durante uma edição da Festa do Pinhão é de R$ 260. Assim, estima-se que só o público do evento movimente em torno de R$ 78 milhões durante dez dias no parque.

Outro dado importante é que, apenas em dez dias, são gerados cerca de 1,6 mil empregos temporários dentro e no entorno do parque, especialmente em lanchonetes, estacionamentos, limpeza, segurança, montagem da infraestrutura e outros tipos de serviços.

Quem também ganha

A rede hoteleira da Serra Catarinense conta com aproximadamente quatro mil leitos urbanos e rurais. E no setor, a expectativa é sempre a melhor possível na Festa do Pinhão. No segundo fim de semana do evento, o feriadão de Corpus Christi já é um tradicional convite aos visitantes, o que mantém uma média histórica de 90% de ocupação durante os dias do evento em todos os estabelecimentos da região.

“É como o Natal para o comércio. São cerca de 700 funcionários no setor apenas em Lages, e muita gente ganha com esse grande evento”, diz o presidente do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes e Bares de Lages, Cesar Alves.

 Giro no comércio

O setor de comércio e serviços de Lages é um dos que mais ganham com a Festa do Pinhão. Afinal, as lojas aumentam as vendas, os supermercados e restaurantes ficam lotados e os hotéis urbanos e rurais praticamente lotam durante os dez dias.

Para a presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Rosani Pocai, não há como pensar em Lages sem a Festa do Pinhão. Afinal, a movimentação financeira é muito grande e proporciona importante contribuição à economia da cidade.

Informações: Catarinas Comunicação / Fotos: Nilton Wolff