Passei um bom tempo pensando sobre o que dizer nesta confusão envolvendo jogadores e o presidente do Inter de Lages, na noite que passou, e que resultou em caso de polícia.

Tudo isso que se vê na foto, está acima de qualquer intriga

No entanto, não quero e não vou entrar nestes deméritos ao nome do Internacional de Lages. Afinal, a responsabilidade de todos deve convergir para a verdadeira necessidade: a decisão de domingo (23), contra o Avaí, para não voltar à Série B, do Catarinense.

Enquanto repercutem-se os horrores extracampo. O foco principal está sendo deixado de lado, e pior, deixando a torcida ainda mais irada e desacreditada.

Nesta hora, é preciso juntar os cacos, e com a maior serenidade e profissionalismo possíveis, preservar a dignidade, em especial, do Clube, que é o que mais importa.

A comunidade torcedora já está envergonhada pela fraca campanha da equipe na competição, por certo, não quer aumentar ainda mais a frustração, fazendo com que tudo o que vem acontecendo, interfira diretamente no resultado em campo. Mas, sei, já interferiu e vai interferir de alguma forma.

Hora de fazer um pacto de paz. Não posso acreditar que os jogadores não tenham a hombridade de querer fazer o melhor. E, no próximo domingo, não será a hora de esquecer o profissionalismo.

Terminado o jogo, independente de resultado, aí sim, lavem-se as roupas sujas, e que todos os problemas venham à tona ou se resolvam. Os atletas também têm seus direitos, e obviamente, precisam ser preservados.

A torcida, queira ou não, deverá fazer a sua parte indo ao campo e ajudar no resultado positivo diante do Avaí.  

Por fim, chega de repercutir o que de negativo vem acontecendo. Tudo o que se diz está sendo visto muito longe. A imagem do Inter, atletas e diretoria, já está na lama. Só não precisamos enterrar ainda mais.